Revisado: 10 de agosto de 2026 Lançado em 2025

Xone:K3, o manual de campo

Superfície de controle da controladora MIDI Allen & Heath Xone:K3, vista de cima

Booth briefing. O Xone:K3 é uma superfície de controle e mais nada. O painel traseiro inteiro é USB-C, X:LINK IN e X:LINK OUT. Não existe conector de áudio de nenhum tipo, e não existe saída de fone. Ele não faz som nem com um computador ligado e uma música tocando, então, se você usava o fone num Xone:K2, aqui não existe saída de fone para monitorar. A Allen & Heath não cita nenhum software de DJ para ele: a afirmação deles é MIDI class compliant em macOS, Windows, iOS e Android, sem precisar de driver nenhum, então o mapeamento é seu. O X:LINK usa RJ45 e não é Ethernet. E quando esta unidade roda com energia de USB, ela não manda energia pelo X:LINK, diferente do K1 e do K2.

Fast Lane

As cinco coisas que decidem o seu show

As cinco coisas do Xone:K3 que mudam o que acontece a seguir, se você está lendo isto dentro da cabine. As cinco estão explicadas por inteiro mais abaixo nesta página.

Ele não tem caminho de áudio nenhum, então uma música tocando não produz nada.

A lista de conectores publicada pela Allen & Heath é a história inteira: USB-C, X:LINK IN e X:LINK OUT. Não existe conector de áudio de nenhum tipo, e não existe saída de fone.

O computador enxerga a unidade, o mapeamento funciona, os controles movem o software, e nenhum som sai dela porque não existe por onde o som sair.

Por que não tem nada com defeito

Se você fazia o cue por um Xone:K2, aqui não existe saída para fazer cue.

O K2 tem uma sound card de quatro canais, só de saída, alimentando a saída de fone dele. O K3 que substituiu ele não tem nem a placa nem a saída.

Isso é um hábito para desaprender antes do trabalho, e não durante: o seu cue tem que vir do mixer ou de outra interface.

O que mudou entre os dois

A Allen & Heath não cita nenhum software de DJ para ele. O mapeamento é seu.

A declaração de compatibilidade deles é uma declaração de plataforma e nada mais: macOS, Windows, iOS e Android, sem precisar de driver nenhum.

Nenhum aplicativo de DJ é citado por eles em lugar nenhum para esta unidade, então conte com montar o mapa você mesmo. Um host publica uma extensão para ele, e esse host é uma DAW e não um aplicativo de DJ.

A declaração, nas palavras deles

Um controle morto normalmente é um controle vivo em uma layer que você não está olhando.

A superfície carrega 3 camadas definidas pelo usuário, com opções de latch, chegando a até 174 controles atribuíveis por mapeamento.

Layer primeiro, mapeamento depois, e a versão em que a unidade está em terceiro se ela estiver numa corrente de X:LINK. Os três são estados normais e não defeitos.

Os três candidatos, em ordem

O X:LINK é um conector RJ45 e ele não é Ethernet.

A instrução da Allen & Heath, que vale ler exatamente como eles colocam: Não conecte nenhum dispositivo com X:LINK a nenhum dispositivo com Ethernet. O soquete é RJ45 e o protocolo não é Ethernet.

Ele aceita o mesmo cabo de rede e carrega energia, e é exatamente por isso que ligar na coisa errada é fácil e caro.

O que o conector realmente carrega

Se algo der errado

O computador enxerga ele, uma música está tocando, e não sai nada

Resposta curta. O Xone:K3 não está quebrado. Ele não tem caminho de áudio nenhum, então não existe por onde o som sair. O painel traseiro que a Allen & Heath publica é USB-C, X:LINK IN e X:LINK OUT. Não existe conector de áudio de nenhum tipo, e não existe saída de fone.

Por que isso acontece. Uma controladora de DJ normalmente é a sound card além da superfície: ligue ela num notebook e a sala escuta o notebook pela controladora. É isso que torna a suposição tão natural, e é exatamente o que não vale aqui. Esta unidade manda MIDI e recebe MIDI. O áudio nunca encosta nela, então a saída do próprio computador, ou qualquer interface que exista na sua rig, é o que tem que chegar no mixer.

Resolva agora. Olhe por onde o seu áudio de fato sai do computador, porque é ali que está o problema. Confira o aparelho de saída selecionado no seu software, depois o cabo dessa saída até o mixer, depois a seleção de fonte do mixer naquele canal. Nada que você mexer nesta unidade vai fazer som aparecer.

Evite da próxima vez. Desenhe a corrente de áudio uma vez, antes da gig, deixando esta unidade de fora de propósito. Se a corrente faz som sem a controladora ligada, ela vai fazer som com ela, e se não faz, a controladora nunca foi o problema.

O software enxerga a unidade e os controles não fazem nada

Resposta curta. O Xone:K3 te dá três candidatos aqui, e nenhum deles é um controle quebrado: a camada em que você está, o mapeamento, e, se a unidade estiver numa corrente de X:LINK, a versão em que ela está. Ele tem 3 camadas definidas pelo usuário, com opções de latch, chegando a até 174 controles atribuíveis por mapeamento, então um controle que parece morto muitas vezes é um controle que está vivo numa camada que você não está olhando agora.

Por que isso acontece. A Allen & Heath não cita nenhum aplicativo de DJ para esta unidade. A afirmação deles é MIDI class compliant, o que quer dizer que o seu computador enxerga um aparelho MIDI sem instalar nada, e não quer dizer que algum programa saiba o que fazer com ele. O mapeamento que existir é um que você construiu, um que você importou, ou um que o software forneceu, e nada disso é garantia do fabricante. As camadas multiplicam a superfície, então, com três delas, o mesmo botão físico é até três atribuições diferentes e só uma está respondendo.

Resolva agora. Troque de camada pela tecla marcada LAYER e teste o controle de novo, porque esse é o teste mais rápido. Se o controle está morto em todas as camadas, a pergunta é o mapeamento no seu software e não o hardware: o próprio documento de extensão da Bitwig chama as portas que a unidade apresenta de XONE:K3 tanto na entrada quanto na saída no Mac e no Windows, e de XONE:K3 MIDI 1 nas duas no Linux. Confirme que essa porta está selecionada como entrada MIDI, e depois confirme que aquele controle específico está atribuído a alguma coisa.

E o terceiro candidato, se a unidade estiver numa corrente de X:LINK. registrado como XONEK3-157, um problema "em que aparelhos Xone:K3 não interpretam todos os dados quando várias mensagens simultâneas são enviadas por X:Link", que a nota de versão liga a um K3 conectado a um mixer da série Xone ou posicionado depois, numa corrente X:LINK, de controladores da série K antiga fazendo o papel de host USB. O mesmo firmware v1.0.4 r93846 refina a interpretação de mensagens e a sincronia de estado dos LEDs nesse caso. Na cabine isso aparece como um controle que responde quando você mexe nele sozinho e some quando você está ocupado, que é o tipo de defeito mais difícil de acreditar.

Evite da próxima vez. Leve o seu mapeamento do mesmo jeito que você leva a sua música, e teste a troca de camadas no notebook que você vai levar de verdade. Uma superfície com três camadas tem muitas formas de ficar quase configurada.

Pontos de atenção

O firmware não é um download, e só uma versão tem release notes

Onde o firmware mora. O firmware não é um download na página de recursos. Ele vem embutido no Xone Controller Editor, que atualiza a unidade pelo próprio app ou a partir de um arquivo. Não existem release notes para nenhuma versão anterior à 1.0.4. O app é o Xone Controller Editor, gratuito, que é também onde mora o firmware, então a coisa que você instala para configurar a unidade é também a coisa que atualiza ela, e uma página de recursos sem link de firmware não é uma unidade sem firmware.

O que está no registro publicado. A versão publicada mais alta é 1.0.4 r93846, e ela chega dentro do Xone Controller Editor v1.0.1, então um Editor mais antigo que esse é um Editor que não vai oferecer ela para você. As notas dela cobrem duas correções, e as duas valem conhecer, porque as duas descrevem sintomas que um DJ leria como erro de mapeamento ou defeito de cabo em vez de algo que uma troca de versão resolve. Registrada como XONEK3-156: A Allen & Heath registra isso como XONEK3-156 e descreve como um problema "em que aparelhos Xone:K3 não seguem o comportamento esperado de LED quando o Xone:K3 é usado para controlar mapeamentos de software da série K antiga (K1/K2)", corrigido no firmware v1.0.4 r93846. Registrada como XONEK3-157: registrado como XONEK3-157, um problema "em que aparelhos Xone:K3 não interpretam todos os dados quando várias mensagens simultâneas são enviadas por X:Link", que a nota de versão liga a um K3 conectado a um mixer da série Xone ou posicionado depois, numa corrente X:LINK, de controladores da série K antiga fazendo o papel de host USB. O mesmo firmware v1.0.4 r93846 refina a interpretação de mensagens e a sincronia de estado dos LEDs nesse caso.

O que não está. Qualquer coisa anterior. Não existem release notes para nenhuma versão antes da 1.0.4 r93846, então uma unidade numa versão mais antiga não pode ser comparada com uma lista de mudanças, e não existe histórico para percorrer de volta.

Faça assim. Instale o Editor no notebook que você usa de verdade, confira a versão da unidade ali, e atualize pelo app antes de uma série de gigs em vez de na véspera de uma. não existe menu de configuração na própria unidade. Tudo roda pelo Xone Controller Editor: abra o aplicativo, conecte o K3, espere ele sincronizar, clique em SETUP embaixo de UNIT STATUS, e depois clique na aba UPDATE FROM APP. A Allen & Heath registra que o UNIT STATUS muda para OFFLINE enquanto a atualização roda, que o controlador reinicia e volta a sincronizar com o Editor sozinho quando termina, e que você confirma o resultado pelo UNIT VERSION mostrado no painel FIRMWARE. O OFFLINE é a parte para saber antes: é a atualização rodando e não a unidade falhando, então nada é desconectado até a unidade voltar e sincronizar de novo sozinha. Se o feedback dos LEDs ou uma corrente de X:LINK está se comportando de forma estranha numa versão antiga, a versão é um primeiro suspeito razoável.

Documentação oficial. Release notes de software do Xone:K3 →
Ajuda do Xone Controller Editor →
Manual do usuário do Xone:K3 →
Achou uma entrada que a gente não viu? Conta pra gente e nós acrescentamos.

Sem interface de áudio, só USB MIDI, e como a gente sabe

A afirmação, e a evidência dela. Esta unidade não tem interface de áudio. É só USB MIDI. Isso se apoia na lista completa de conectores publicada pela Allen & Heath: USB-C, X:LINK IN e X:LINK OUT. Não existe conector de áudio de nenhum tipo, e não existe saída de fone. Uma lista de todos os conectores de um produto, sem nenhum conector de áudio, é a coisa mais forte que um fabricante publica sobre o assunto, e ela é sustentada pela ausência total de qualquer especificação de áudio: nenhum sample rate, nenhuma profundidade de bits, nenhuma contagem de canais, nenhum nível de saída.

O que a gente tem cuidado de não dizer. A Allen & Heath nunca imprime a frase "o K3 não tem sound card". Então isto é uma conclusão tirada do que eles publicam e não uma negativa que eles emitiram, e vale dizer essa diferença com clareza numa página cujo valor inteiro é a ausência. Nada na leitura é ambíguo, e o enquadramento honesto continua importando.

Por que isso vale tanto espaço. Porque o contrário é o que se supõe por padrão. Uma unidade com faders, encoders e um soquete USB se lê como uma unidade que carrega áudio, e uma dessa família já carregou. A consequência da suposição não é um set pior, é nenhum feed de monitoração.

Você não monitora por ele, e não existe soquete para monitorar

Resposta curta. Não existe saída de fone nesta unidade. Não é desativada, não está atrás de um mapeamento, não existe. A lista de conectores publicada pela Allen & Heath é a história inteira: USB-C, X:LINK IN e X:LINK OUT. Não existe conector de áudio de nenhum tipo, e não existe saída de fone.

Por que isso pega as pessoas. O Xone:K2 tem uma sound card de quatro canais e 16 bits, rodando a 44,1 e 48 kHz, com saída de fone e saídas RCA. O K3 não tem nem a sound card nem conector de áudio nenhum. A Allen & Heath não comenta essa retirada em nenhum texto publicado. Então um DJ cujo hábito se formou num K2 tem uma memória muscular que termina num soquete que não existe na unidade mais nova, e as duas se parecem o bastante para que nada na cabine avise. Esta é a suposição mais cara que você pode levar para uma gig com um K3, porque ela é descoberta no momento em que você precisa monitorar.

Resolva agora. Monitore em outro lugar. A sua saída de fone tem que vir do mixer, da interface de áudio ou do player que está de fato carregando o áudio, e esta unidade fica ao lado dessa corrente e não dentro dela. Se o plano era um notebook e um K3 e mais nada, não existe plano: alguma coisa na rig precisa ter saída de áudio, e não vai ser esta.

Evite da próxima vez. Decida de onde vem o seu feed de monitoração no mesmo momento em que você decide o que vai na bag. Uma superfície de controle muda o que você alcança, nunca o que você escuta.

Compatibilidade

MIDI class compliant, e o software que ninguém citou

Resposta curta. A afirmação de compatibilidade da Allen & Heath é uma afirmação de plataforma: macOS, Windows, iOS e Android, sem precisar de driver nenhum. É só isso. Nenhum aplicativo de DJ é citado por eles em lugar nenhum para esta unidade.

Por que a gente escolhe as palavras com esse cuidado. Class compliant quer dizer que o sistema operacional reconhece um aparelho MIDI sem instalar nada, em qualquer uma dessas quatro plataformas. Não diz nada sobre um programa específico trazer um mapa para esta unidade, suportar ela oficialmente, ou continuar fazendo isso. São duas promessas diferentes e só uma foi feita, então esta página não imprime "funciona com" ao lado de nenhum nome de software, por mais comum que a combinação seja na prática.

O que isso significa para a sua rig. O mapeamento é projeto seu. Reserve tempo de verdade para ele, guarde uma cópia em algum lugar que não seja o notebook, e lembre que, se o mapa de um programa mudar debaixo de você, não existe declaração do fabricante sobre esta unidade para invocar. O lado bom do mesmo fato é real: quatro plataformas e nenhum driver quer dizer que um tablet ou um celular é um host tão válido quanto um notebook.

Um host de fato publica um mapa, e vale saber qual. O Bitwig Studio traz uma extensão de controlador para esta unidade. O documento dela diz que o K3 "deve ser detectado e configurado automaticamente quando é conectado", descreve os quatro encoders com botão de apertar como livremente atribuíveis a qualquer parâmetro, e cobre um setup de duas unidades adicionado como Allen & Heath > Xone:K3 x2, em que o par comanda 8 canais pelos faders de volume, pela matriz do clip launcher e pelos modos 1 a 3, enquanto os modos de remote control 4 a 6 ficam só na primeira unidade.

Erros comuns. Ler "class compliant" como "suportado pelo meu software de DJ", e chegar com uma unidade que o computador enxerga e o programa não faz ideia do que seja.

Saindo de um Xone:K2

A diferença que importa. O Xone:K2 tem uma sound card de quatro canais e 16 bits, rodando a 44,1 e 48 kHz, com saída de fone e saídas RCA. O K3 não tem nem a sound card nem conector de áudio nenhum. A Allen & Heath não comenta essa retirada em nenhum texto publicado.

O que isso muda numa rig. Se o K2 era a sua interface de áudio além de superfície, trocar ele por esta unidade tira uma interface da rig e outra coisa precisa assumir esse trabalho. Se o K2 era só uma superfície ao lado de um mixer, nada muda e a unidade mais nova é um upgrade direto do lado de controle. Em qual dos dois casos você está é a pergunta inteira, e ela se responde em trinta segundos olhando o que está ligado atrás do K2 que você usa hoje.

O que muda numa corrente. A regra de energia. O Xone:K3 não manda energia pela conexão X:LINK quando ele está sendo alimentado por USB, diferente do K1 e do K2, então, numa corrente mista, o K1 ou o K2 tem que ser a unidade ligada no host.

O que a gente não consegue te dizer. Por que a sound card saiu. A Allen & Heath não comenta a remoção em nenhum texto publicado, então esta página relata a diferença e não explica ela.

Recursos explicados

Os controles, as camadas e os LEDs

Resposta curta. O Xone:K3 carrega 52 controles: 4 faders de 60 mm, 12 potenciômetros rotativos, 6 encoders infinitos com push e 30 chaves. Em cima disso ficam 3 camadas definidas pelo usuário, com opções de latch, chegando a até 174 controles atribuíveis por mapeamento, e a superfície carrega 34 LEDs RGB com paleta de 16 cores, com feedback nos botões e nos push dos encoders.

O que as camadas de fato mudam no set inteiro. A superfície física deixa de ser um mapa fixo. Um botão é até três atribuições dependendo de qual camada está ativa, que é como um painel deste tamanho chega a uma contagem de atribuições muito acima da contagem de controles. O custo é que a superfície deixa de te contar o que ela faz: as etiquetas que você escreve, e as cores de LED que você atribui, são as únicas placas de sinalização, então um esquema de camadas que você não lê de relance numa cabine escura é um esquema de camadas que vai te custar uma transição.

Os LEDs são feedback, não enfeite. Com RGB nos botões e nos push dos encoders, a cor é como você sabe em qual camada está e em que estado um controle está. Como o feedback vem do software, um LED que nunca muda normalmente é um mapeamento que nunca devolve nada, e não uma lâmpada queimada.

Uma exceção documentada, e é justo a que pega quem vem de um K2. A Allen & Heath registra isso como XONEK3-156 e descreve como um problema "em que aparelhos Xone:K3 não seguem o comportamento esperado de LED quando o Xone:K3 é usado para controlar mapeamentos de software da série K antiga (K1/K2)", corrigido no firmware v1.0.4 r93846. Então, quando os LEDs estão errados em vez de apagados, e o mapa que você carregou foi escrito para um K1 ou um K2, a versão em que a unidade está é a primeira coisa para olhar e não a última.

Erros comuns. Montar um mapa de três camadas no notebook em casa e nunca testar se você identifica a camada ativa a um braço de distância no escuro.

Energia, e o que a unidade precisa de um host

Resposta curta. Ele é alimentado pelo barramento USB-C, com 5 V e no máximo 450 mA, e o chassi é de metal fundido, 49,5 mm de altura, 135 mm de largura, 358 mm de profundidade, 1,25 kg.

Por que os números importam numa cabine. Energia pelo barramento quer dizer que o host precisa de fato fornecer ela, e um hub sem fonte própria dividido com outros aparelhos é onde isso silenciosamente deixa de ser verdade. Um tablet ou um celular como host é o outro caso que vale pensar antes do gig e não durante ele, já que um aparelho móvel fornecendo energia pelo barramento está fazendo isso a partir de uma bateria.

O chassi é a boa notícia. Um corpo de metal fundido neste peso é uma unidade que sobrevive a uma bag e não flexiona sob a mão num fader, que é a diferença entre uma superfície de controle que continua calibrada na sua memória muscular e uma que se mexe sob pressão.

Erros comuns. Supor que o soquete USB-C significa power delivery de qualquer carregador. Ele é a conexão com o host, e o que passa por ele é MIDI e energia do barramento.

Dicas profissionais

Antes de plugar um numa rig

Defina qual caixa recebe o seu fone enquanto você ainda está montando a mala. A lista de conectores publicada para esta unidade é USB-C e dois soquetes X:LINK, então o cue tem que sair do mixer ou da interface que está levando o áudio. Isso é decisão de mala, e não custa nada resolver em casa.

Deixe um K1 ou um K2 na ponta do host numa corrente mista. Este modelo não manda energia pelo X:LINK enquanto está alimentado por USB, então uma corrente montada com o K3 na frente deixa apagado tudo que vem depois dele. A ordem da corrente é decisão de cabo e não de ajuste, e é o que mudou nesta geração.

Dê a cada camada uma cor que você consegue nomear a um braço de distância. A superfície tem 3 camadas definidas pelo usuário, com opções de latch, chegando a até 174 controles atribuíveis por mapeamento, então um knob é até três atribuições e o painel para de te dizer o que ele faz. Os LEDs RGB e a paleta de 16 cores são a única sinalização que sobra, e um esquema que funciona na tela do notebook em casa não é o mesmo que funciona numa cabine escura.

Confira a versão no Xone Controller Editor antes de reescrever um mapeamento. O firmware não é um download, ele vem dentro do Editor, e a 1.0.4 r93846 corrige duas coisas que se parecem exatamente com erro de mapeamento ou cabo ruim de onde você está: o comportamento dos LEDs quando o mapa que você carregou foi escrito para um K1 ou um K2, e o X:LINK perdendo dados quando várias mensagens chegam juntas. Ela chega na unidade pelo Xone Controller Editor v1.0.1 ou posterior.

Não conte com um hub compartilhado. Ele é alimentado pelo barramento USB-C, com 5 V e no máximo 450 mA, e um hub sem alimentação própria, com outros aparelhos pendurados nele, é onde essa energia deixa de existir de verdade. Um celular ou um tablet é um host que a Allen & Heath cita, e ele paga a unidade com a própria bateria.

Segurança

Firmware, drivers e manuais

Downloads e documentos oficiais

Vá até a Allen & Heath para pegar os arquivos. Linkamos as páginas deles em vez de hospedar uma cópia, porque um manual copiado aqui é uma foto do dia do lançamento e o deles é o que continua atual.

Manuais. Página oficial de manuais da Allen & Heath →

Link quebrado? Avise a gente e nós corrigimos.

Perguntas frequentes

Respostas rápidas

Dá para ligar um fone nele?
Não. Não existe soquete de fone e não existe conector de áudio de nenhum tipo. A lista de conectores da Allen & Heath é USB-C, X:LINK IN e X:LINK OUT.
Ele tem sound card como o Xone:K2?
Não. O Xone:K2 tem uma sound card de quatro canais e 16 bits, rodando a 44,1 e 48 kHz, com saída de fone e saídas RCA. O K3 não tem nem a sound card nem conector de áudio nenhum. A Allen & Heath não comenta essa retirada em nenhum texto publicado.
Por que não sai som quando uma música está tocando?
Porque não existe caminho de áudio por onde o som possa sair. O seu áudio sai do computador ou da interface, nunca desta unidade.
Com qual software de DJ ele funciona?
A Allen & Heath não cita nenhum. A afirmação deles é MIDI class compliant em macOS, Windows, iOS e Android, sem precisar de driver nenhum, então qualquer mapeamento é seu ou do seu software, e não uma declaração do fabricante.
Eu preciso de driver?
Não. Ele é class compliant nas quatro plataformas que a Allen & Heath cita.
Dá para ligar um cabo de rede no soquete X:LINK?
Não. Não conecte nenhum dispositivo com X:LINK a nenhum dispositivo com Ethernet. O soquete é RJ45 e o protocolo não é Ethernet.
Por que a próxima unidade da minha corrente de X:LINK está morta?
O Xone:K3 não manda energia pela conexão X:LINK quando ele está sendo alimentado por USB, diferente do K1 e do K2, então, numa corrente mista, o K1 ou o K2 tem que ser a unidade ligada no host.
Onde fica o setup desta unidade?
não existe menu de configuração na própria unidade. Tudo roda pelo Xone Controller Editor: abra o aplicativo, conecte o K3, espere ele sincronizar, clique em SETUP embaixo de UNIT STATUS, e depois clique na aba UPDATE FROM APP. A Allen & Heath registra que o UNIT STATUS muda para OFFLINE enquanto a atualização roda, que o controlador reinicia e volta a sincronizar com o Editor sozinho quando termina, e que você confirma o resultado pelo UNIT VERSION mostrado no painel FIRMWARE.
Meus LEDs estão errados com um mapeamento escrito para um Xone:K2. A unidade tem defeito?
A Allen & Heath registra isso como XONEK3-156 e descreve como um problema "em que aparelhos Xone:K3 não seguem o comportamento esperado de LED quando o Xone:K3 é usado para controlar mapeamentos de software da série K antiga (K1/K2)", corrigido no firmware v1.0.4 r93846.
Qual porta eu seleciono no meu software?
o próprio documento de extensão da Bitwig chama as portas que a unidade apresenta de XONE:K3 tanto na entrada quanto na saída no Mac e no Windows, e de XONE:K3 MIDI 1 nas duas no Linux.
Onde eu baixo o firmware?
Você não baixa. O firmware não é um download na página de recursos. Ele vem embutido no Xone Controller Editor, que atualiza a unidade pelo próprio app ou a partir de um arquivo. Não existem release notes para nenhuma versão anterior à 1.0.4.
Em qual firmware ele deve estar?
A versão publicada mais alta é 1.0.4 r93846, e é a única com release notes publicadas.
Dá para rodar ele com um celular ou um tablet?
A Allen & Heath cita macOS, Windows, iOS e Android, sem precisar de driver nenhum, e ele é alimentado pelo barramento USB-C, então um host móvel tem que fornecer essa energia da própria bateria.

Onde este modelo entra na linha

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Normalmente usado com

Indicado pelo fabricante como compatível, não é uma observação de campo.

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Fontes: a página do produto Xone:K3, o anúncio de lançamento, o manual do usuário, as release notes de software e a ajuda do Xone Controller Editor, todos da própria Allen & Heath, conferidos em 10 de agosto de 2026. Especificações deles, prioridades nossas.