Revisado: 29 de agosto de 2026 Lançado em 2015

MP2015, o manual de campo

Mixer rotativo RANE MP2015, visto de cima: quatro canais de deck com source selectors, isolator, submix e medidores de 16 segmentos

Booth briefing. O MP2015 é o mixer rotativo de clube da RANE, o passo de 2015 numa linhagem que o white paper deles puxa desde 1971. Rotativo descreve os controles, não a eletrônica: o caminho do sinal é digital. Não existe crossfader em lugar nenhum do manual. Um Source Selector por deck escolhe entre dois computadores, a entrada phono ou CD de trás e a Aux, e os quatro canais alimentam um isolador de três bandas com dois knobs de crossover no painel superior, mais um Submix que agrupa canais antes do master.

Fast Lane

As cinco coisas que decidem o seu show

As cinco coisas do MP2015 que mudam o que acontece a seguir, se você está lendo isso na cabine. Todas as cinco estão explicadas por inteiro mais abaixo nesta página.

Não existe crossfader, e não tem como acrescentar um.

O manual da RANE não documenta nenhum em lugar nenhum, e a tabela MIDI que lista todo controle do painel superior chama cada nível de canal de Mix Level.

Se o seu set é construído em cortes, esta é a mesa errada para ele, e nenhuma preparação muda isso depois que você está atrás dela.

O que o manual documenta no lugar

O Source Selector decide o que cada canal está ouvindo.

Um knob por deck: USB A, PH/CD, AUX or USB B.

Erre nele e o canal fica mudo, e nada está quebrado. Confira ele antes de conferir qualquer outra coisa.

Cada posição, e a chave de trás dela

Dois computadores ficam conectados ao mesmo tempo, então a troca é um giro de knob.

Two independent USB 2.0 ports, e Dois computadores conectam ao mesmo tempo, um por porta USB, e um canal passa de um para o outro com um giro do Source Selector dele.

Nada é desconectado e nenhum áudio para. Combinem quem está na porta A e quem está na porta B antes do próximo DJ estar ali de pé.

Como uma troca limpa acontece

O Submix é um quinto canal que você mesmo monta.

Atribua qualquer combinação das quatro entradas de deck e da entrada Session, agrupadas num único conjunto de controles, com nível de mix, tone de 3 bandas com corte total, um medidor de 16 segmentos, cue de fone e o próprio sweep filter.

É o motivo de esta mesa dar conta de quatro fontes sincronizadas sem quatro mãos, e é onde o loop de efeitos pode ser mandado sem tocar na mistura principal.

O que o Submix agrupa, e o que ele compartilha

Um único controle de resonance serve todo filtro do mixer.

A RANE diz isso sem rodeio: "The Resonance control affects all Sweep Filters for Decks 1, 2, 3, 4 and the Submix."

Ou seja, o resonance que você ajusta para uma subida no deck 2 é o resonance que o deck 4 e o Submix vão ter quando você chegar neles.

O sweep filter e o isolator

Se algo der errado

Um canal está mudo, ou alto demais

Confira o Source Selector primeiro, sempre. Um canal mudo no MP2015 é um Source Selector apontado para uma entrada sem nada nela muito mais vezes do que é um defeito. Quatro posições, e só uma delas é a que você queria.

Depois a chave de trás. PH, CD or SP for S/PDIF, set on rear panel slide switches, one per channel. Um toca-discos num ajuste de CD fica quase inaudível. Uma fonte de linha em PH sai distorcida e alta demais, porque o estágio phono está acrescentando RIAA +0.1/-0.2 dB, gain 31 dB at 1 kHz.

Depois o loop de efeitos. O botão FX ON ativa o loop de efeitos quando está aceso, recebendo o sinal de entrada pelos jacks FX RETURN, e o controle WET / DRY define a proporção de efeito na mistura. Uma chave MAIN / SUB decide o que o loop processa, que a RANE descreve como escolher entre acrescentar um efeito ao áudio que entra no Submix ou à mistura principal. Ou seja, um FX ON aceso sem nada plugado no return, com o controle girado para WET, é um jeito documentado de perder aquilo para onde a chave está apontando.

Pontos de atenção

Firmware e problemas conhecidos

Resposta curta. A RANE documenta como atualizar este mixer e onde conferir, mas não publica lista de versões no manual. O control panel mostra a versão instalada, e libera um botão Update Firmware só quando a versão no seu computador é mais nova que a que está no mixer.

O que isso significa na prática. Não existe um limiar de versão que esta página possa mandar você ficar acima no MP2015, porque a RANE não publica lista de versões no manual. Este site não vai inventar uma para tapar o buraco. O que o manual da e onde olhar e como conferir, que é o control panel no seu próprio computador.

Faca assim. Abra o control panel e leia a versão instalada antes de um gig que te importa, do mesmo jeito que você faria em qualquer outra mesa. Se você achar um histórico de mudanças oficial e datado que passou por nós, conte para a gente e ele entra.

Compatibilidade

Dois computadores, e a troca entre eles

Resposta curta. Two independent USB 2.0 ports, e each port carries 10 playback and 14 record channels. Dois computadores conectam ao mesmo tempo, um por porta USB, e um canal passa de um para o outro com um giro do Source Selector dele.

Por que isso e melhor do que parece. Na maioria das mesas uma troca quer dizer um notebook saindo e outro entrando, com um buraco no meio. Aqui os dois estão vivos ao mesmo tempo, o DJ que entra pega um canal que não está tocando, mixa, e o DJ que sai vai baixando. Nada é desconectado enquanto a sala está ouvindo.

Drivers. A frase da própria RANE é "As portas USB são 100% class compliant, conectando no Mac OSX sem precisar de um driver adicional." Do outro lado, um driver ASIO universal é fornecido para Windows, e a RANE afirma que o driver e o control panel dele exigem Windows 7-SP1, Windows 8 ou 8.1. Então um Mac e plug and play, uma máquina Windows não é, e as versões de Windows que a RANE cita param onde param. Vale saber antes de chegar e não dentro da cabine.

O MIDI não chega ligado. O Port MIDI Enable liga os comandos MIDI de e para os controles do mixer na porta USB que você está olhando, e a RANE afirma que o padrão é desligado. É por porta, então ligar no seu notebook não faz nada pelo DJ que está no outro.

Os seus ajustes deixam de ser seus quando você troca de mesa. Os ajustes ficam salvos no mixer e não no seu computador, e a RANE avisa o que vem depois: quando você conecta em um MP2015 diferente, os ajustes salvos daquele mixer passam por cima dos ajustes anteriores do seu control panel. Exportar um arquivo de ajustes e importar ele na chegada é o caminho documentado para contornar isso.

O que ele grava, e o que sai dele

Resposta curta. Por USB dá para capturar the four decks, the Submix, the Session input and the main mix, all at once, em qualquer uma das portas. Os canais de gravação por USB são transmitidos para o USB A e para o USB B o tempo todo, então um computador em qualquer uma das portas enxerga os sete pares estéreo de gravação, faça o que fizerem os Source Selectors.

O que cada deck grava é uma escolha, e é onde o DVS aparece. O manual não cita nenhum software de DJ certificado nem nenhum parceiro de DVS para este mixer. A única menção de DVS nele é um ajuste de control panel por deck: o Phono / CD grava a fonte antes do controle Mix e é para onde a RANE aponta em aplicações de DVS, contra o padrão Deck Post, que grava depois do controle Mix para multipista.

Conversão. 24-bit at 44.1, 48 or 96 kHz, com processamento 32-bit floating point, 116 dB ponderado A da entrada digital ou USB para a saída de linha, e 113 dB de entrada de linha para saída de linha, e THD e ruído de 0.0009%.

As saídas. MAIN em XLR balanceado, BOOTH em TRS de 1/4 de polegada balanceado, SESSION em RCA desbalanceado e em S/PDIF, cada uma com seu próprio controle de nível, a 8 Vrms on the balanced outputs, 4 Vrms on the unbalanced. A RANE observa que "Main Out can be set to Stereo or Mono. The Booth and Session Outputs are always in stereo."

Os knobs de nível só tiram. A RANE afirma que as saídas Main, Booth e Session têm controles de Level independentes, e que a faixa deles vai de desligado até 0 dB. Se a cabine está baixa, o ganho está antes ou depois deste mixer, e não nestes três knobs.

O medidor é uma promessa, não uma sugestão. A RANE põe o medidor para trabalhar como garantia: se o LED vermelho de overload está apagado, o mixer não vai clipar em nenhum ajuste de nível de saída.

O aviso de cabo e deles, não nosso. "When using unbalanced 1/4" tip-sleeve cables from the Booth Outputs, or RCA cables from the analog Session Outputs, keep cables short, less than 3 meters (10 feet) to avoid hum and interference." Tiradas balanceadas em XLR ou TRS de 1/4 de polegada vão mais longe sem problema.

Recursos explicados

Sem crossfader, e o que existe no lugar

Resposta curta. O MP2015 não tem crossfader. O manual da RANE não menciona nenhum em lugar nenhum, e a tabela MIDI Control Change, que enumera todo controle do painel superior, não lista nenhum: todo nível de canal nela se chama Mix Level.

Por que importa. Esta é uma mesa de clube para mixagens longas, não uma mesa de batalha. Um DJ que planeja um set em cortes e estica a mão para um crossfader por instinto tem um problema que nenhuma passagem de som resolve. O próprio white paper da RANE coloca a unidade numa linhagem rotativa e não de scratch, e se intitula "RANE'S MP2015 ROTARY MIXER TECHNOLOGY".

O que substitui ele. a 3-band full-cut EQ with two selectable crossover points, Linkwitz-Riley 2nd-order, e um sweep filter de 4a ordem selecionável entre low-pass, low/high-pass e high-pass, com mode, resonance e liga/desliga. A mixagem acontece no EQ, no filtro e no isolator, que é um conjunto de mãos diferente de uma mixagem em fader.

O Source Selector, e a chave atrás dele

Resposta curta. Um Source Selector no topo de cada um dos quatro canais, com quatro posições: USB A, PH/CD, AUX or USB B.

A chave de trás decide o que PH/CD significa. PH, CD or SP for S/PDIF, set on rear panel slide switches, one per channel. Um toca-discos num ajuste de CD fica quase inaudível; uma fonte de linha em PH sai distorcida e alta demais. O conselho da própria RANE para as que você não está usando é direto: "Set unused inputs to CD."

O estágio phono e de verdade, e especificado. RIAA +0.1/-0.2 dB, gain 31 dB at 1 kHz, com Butterworth 3rd-order infrasonic and 2nd-order low-pass filters, e uma entrada phono máxima de 126 mV. Conecte os fios de terra dos seus toca-discos aos bornes de terra do painel de trás quando estiver usando as entradas PH.

A chave de trás não se alcança pelo notebook. Quem ajusta a chave PH, CD e S/PDIF de trás é o mixer. A RANE diz que o control panel mostra o modo em que cada uma das quatro entradas está, e que "Este modo só pode ser mudado no mixer." Ou seja, um DJ tentando resolver um canal phono mudo pelo control panel está olhando justamente para o único lugar que não ajuda.

Depois ajuste o nível. O trim de GAIN vai de desligado até +15 dB com ganho unitário às 12 horas, e a instrução da RANE para ele é levar o sinal até o amarelo nos picos, e evitar sobrecarga.

O Submix, e o loop de efeitos que pode ser apontado para ele

Resposta curta. O Submix aceita qualquer combinação das quatro entradas de deck e da entrada Session, agrupadas num único conjunto de controles. Os canais atribuídos a ele compartilham nível de mix, tone de 3 bandas com corte total, um medidor de 16 segmentos, cue de fone e o próprio sweep filter.

Por que um mixer de DJ tem um barramento. O raciocínio da RANE e sobre mixagem sincronizada de varias fontes: com tres ou quatro fontes travadas juntas, o Submix transforma tres ou quatro conjuntos de gain, EQ e filtro em um só. É o recurso que separa esta mesa de um mixer de quatro canais que apenas tem quatro canais.

O loop de efeitos e atribuível. Existe um send e return FlexFX estéreo em RCA desbalanceado, chaveável entre -10 e +4 no painel traseiro, atribuível ao Main Mix ou só ao Submix. O botão FX ON ativa o loop de efeitos quando está aceso, recebendo o sinal de entrada pelos jacks FX RETURN, e o controle WET / DRY define a proporção de efeito na mistura. Uma chave MAIN / SUB decide o que o loop processa, que a RANE descreve como escolher entre acrescentar um efeito ao áudio que entra no Submix ou à mistura principal. Apontá-lo para o Submix quer dizer que um efeito cai no grupo que você montou e não na sala inteira.

A entrada Session pode ser a quinta. Unbalanced RCA, S/PDIF, or USB AUX playback channels 9-10, e atribuída ao Submix ela vira uma quinta entrada com tone e filtro próprios.

O sweep filter, o isolator, e o único controle compartilhado

Resposta curta. Cada deck e o Submix ganham um sweep filter de 4a ordem selecionável entre low-pass, low/high-pass e high-pass, com mode, resonance e liga/desliga. No master existe um isolator Linkwitz-Riley de 3 bandas e 4a ordem com dois knobs de crossover no painel de cima, o low-mid ajustável de 80 Hz a 640 Hz e o mid-high de 1 kHz a 8 kHz, indo de desligado até +10 dB com ganho unitário às 12 horas.

O detalhe que surpreende. Resonance não e por canal. A RANE diz sem rodeio: "The Resonance control affects all Sweep Filters for Decks 1, 2, 3, 4 and the Submix." Ou seja, o resonance que você ajusta para uma subida num deck e o resonance que todo outro filtro do mixer vai ter quando você chegar nele.

O centro é plano, e é a posição para achar no escuro. Na posição L-H não há efeito nenhum no centro, que é resposta plana: girar do centro no sentido anti-horário traz o low-pass e girar no sentido horário traz o high-pass.

Dois conjuntos de pontos de crossover, em duas superfícies diferentes. O EQ é a 3-band full-cut EQ with two selectable crossover points, Linkwitz-Riley 2nd-order, e esses pontos de crossover do tone são um ajuste de computador: Os pontos de crossover do tone são o ajuste que mora no control panel do computador: 300 Hz e 3 kHz, ou o padrão de 150 Hz e 6 kHz, escolhidos por deck e de novo para o Submix. Os do isolator não são. Eles são knobs que você alcança: um isolator Linkwitz-Riley de 3 bandas e 4a ordem com dois knobs de crossover no painel de cima, o low-mid ajustável de 80 Hz a 640 Hz e o mid-high de 1 kHz a 8 kHz, indo de desligado até +10 dB com ganho unitário às 12 horas.

O canal de microfone, e a chave que pode matar um condensador

Resposta curta. O MP2015 tem um conector combo XLR e TRS de 1/4 de polegada chaveável entre LINE, MIC ou phantom power de +48 V, com nível, tone de um knob só, on/off e duck. A chave de três posições fica no painel de trás, então o nível que um microfone encontra é decidido atrás da mesa e não na frente dela.

Case a chave com o microfone antes de abrir o canal. Line aceita a saída de um receptor sem fio, Mic serve para um microfone dinâmico, e o phantom power de +48 V está ali para um condensador. Ajuste isso primeiro, depois o nível, e o MC convidado não vai ser quem descobre que estava errado.

O Duck é uma quantidade real e especificada. O botão Duck abaixa momentaneamente as outras entradas em 10 dB, o que a RANE explica como cerca de um terço. É fundo o bastante para falar por cima e raso o bastante para a sala saber que a música continua.

A gravação não precisa carregar os avisos da casa. O Mic Clean Feed, desligado por padrão, manda o microfone somente para a Main Out e mantém ele fora da gravação principal por USB, da Booth Out e da Session Out, que é como você grava um set sem os avisos da casa dentro dele.

Cue no fone, e a única coisa que você não vai ouvir

Resposta curta. O MP2015 te dá 3.5 mm and 1/4" jacks on the top plate and on the front panel, todas carregando o mesmo sinal, com um controle de Level, um Pan entre Cue e Main, e um botão Split.

O comportamento do Pan depende do Split. Com o Split Cue desligado, o controle Pan faz o pan entre o cue em estéreo e a mistura principal em estéreo; com o Split Cue ligado, ele faz o pan entre o cue em mono no ouvido esquerdo e a mistura principal em mono no direito. Existem botões Cue individuais para os decks 1 a 4 e para o Submix, e mais de um canal pode ficar em cue ao mesmo tempo.

O isolator não está no seu fone. A RANE acrescenta uma observação que pega as pessoas de surpresa: o Main Output Isolator não é ouvido no fone. Então um master que soa errado na sala e certo no fone é o isolator fazendo exatamente o que mandaram, e a correção está na placa de cima e não no rack de amplificação.

Dicas profissionais

Antes de tocar num

Deixe os canais que não usa em CD. É conselho da própria RANE e tira uma classe inteira de surpresa: um canal em PH sem nada conectado é uma entrada esperando para captar ruído.

Combinem as portas em voz alta. Cabem dois notebooks, então decidam quem e A e quem e B antes da troca e não durante.

Ajuste o resonance uma vez, com intenção. Ele e compartilhado por todo filtro da mesa, então trate ele como ajuste de mesa e não como movimento de canal.

Fone. Existem 3.5 mm and 1/4" jacks on the top plate and on the front panel, então você não precisa passar a mão por trás no escuro.

Conexões e configuração

As saídas, e até onde cada uma viaja

Resposta curta. O MP2015 manda a mesma mixagem principal por três lugares, cada um com controle de nível próprio, e eles não são igualmente bons a distância. O MAIN é um par de XLR balanceados. O BOOTH é um par de TRS de um quarto de polegada balanceados. O SESSION é um par de RCA não balanceados, e digital num RCA S/PDIF. A RANE prende uma regra de distância aos não balanceados e ela é específica e não genérica: usando cabos de um quarto de polegada tip-sleeve não balanceados nas saídas Booth, ou cabos RCA nas saídas Session analógicas, mantenha os cabos abaixo de três metros para evitar zumbido e interferência, e use TRS balanceado ou XLR quando a distância for maior. Então o cabo que você pega decide até onde a saída de booth consegue viajar, e uma tirada longa de booth não balanceada é um zumbido que você mesmo levou.

A chave de nível do FX send, e casar com um processador externo

Resposta curta. O send do FX Loop no MP2015 tem uma chave de nível no painel traseiro e ela existe para casar com o que você pluga: o SEND pode ser comutado para -10 para aparelhos não balanceados ou +4 para balanceados. O loop é o par formado pela saída FlexFX send com a entrada FX Return, e é a mixagem principal que vai para os efeitos. Um processador alimentado na posição errada dessas duas volta fino e ruidoso no -10 dentro de uma caixa de +4, ou distorcido no sentido contrário, e nenhum dos dois parece uma chave atrás da mesa.

O nível de cápsula mora no painel de controle, o modo de entrada não

Resposta curta. O nível de cápsula no MP2015 é ajustável, e o ajuste não fica na mesa. A RANE colocou um controle de Phono Sensitivity no painel de controle do computador para casar os níveis de fonte, que é como você levanta uma cápsula de saída baixa ou baixa uma cápsula quente sem viver no fundo do GAIN. O que o painel de controle não consegue fazer é mudar o modo PH, CD ou S/PDIF: a RANE declara que o painel mostra em que modo cada uma das quatro entradas está e que esse modo só pode ser mudado na mesa. Então as duas metades de um canal de phono moram em dois lugares diferentes, e saber qual é qual é a diferença entre uma correção e uma hora perdida.

Levar para fora, e o cabo que é tudo que ele precisa

Resposta curta. O MP2015 viaja melhor que a maioria das mesas do tamanho dele por causa do que tem dentro: uma fonte chaveada universal interna que roda em qualquer rede de 100 a 240 volts, a 50 ou 60 Hz, consumindo 20 watts. A RANE faz o ponto prático ela mesma, que tudo que se precisa para viajar é o cabo IEC apropriado, disponível em qualquer loja de eletrônicos local. Então uma data internacional precisa de um cabo e não de um transformador, e o cabo é a peça mais barata e mais reponível do rig. A mesa usa um cabo IEC C5, que é o formato que vale conferir antes de assumir que o reserva da bag serve.

Segurança

Ligando ele, e os dois avisos que a RANE imprime

O MP2015 tem uma ordem para ligar, e ela é da RANE e não nossa. O conselho da RANE sobre energia é conectar todo o resto primeiro: embora este mixer tenha mute ao ligar e ao desligar, é esperto deixar a alimentação desconectada até que todo o resto esteja ligado. O mute de liga e desliga é uma rede de proteção para o momento em que você erra, e não uma licença para cabear uma mesa energizada.

O desligamento da rede elétrica é o plugue. O plugue do cabo de força é o dispositivo de desconexão da rede AC e precisa continuar facilmente acessível, então para desconectar o MP2015 da rede por completo você puxa o plugue do cabo de força da tomada AC. Numa instalação fixa isso quer dizer que a tomada precisa continuar alcançável, o que vale conferir numa mesa que foi embutida numa cabine.

Se você for embutir ele, o comprimento do parafuso não é detalhe. A RANE é direta sobre as orelhas de fixação: use somente parafusos 6-32 x 3/8, porque parafusos mais compridos vão danificar o seu mixer e anular a sua garantia. As laterais de madeira saem primeiro, e os suportes levam três parafusos de cada lado.

Firmware, drivers e manuais

Downloads e documentos oficiais

Vá até a RANE para pegar os arquivos. Linkamos as páginas deles em vez de hospedar uma cópia, porque um manual copiado aqui é uma foto do dia do lançamento e o deles é o que continua atual.

Manuais. Página oficial de manuais da RANE →

Link quebrado? Avise a gente e nós corrigimos.

Perguntas frequentes

Respostas rapidas

O MP2015 tem crossfader?
Não, e não tem como acrescentar um. O manual da RANE não documenta nenhum em lugar nenhum, inclusive na tabela MIDI que lista todo controle da unidade.
Quantos canais?
4 entradas de deck, mais uma entrada Session e um Submix que pode fazer o papel de quinta.
Dois DJs podem usar ao mesmo tempo?
Podem. Two independent USB 2.0 ports aceitam um computador cada, e um canal passa de um para o outro no Source Selector dele.
Preciso de driver?
A RANE afirma "As portas USB são 100% class compliant, conectando no Mac OSX sem precisar de um driver adicional.", e um driver ASIO universal é fornecido para Windows, e a RANE afirma que o driver e o control panel dele exigem Windows 7-SP1, Windows 8 ou 8.1.
O que ele grava?
Por USB, em qualquer uma das portas: the four decks, the Submix, the Session input and the main mix, all at once.
Quais sao as saídas?
MAIN em XLR balanceado, BOOTH em TRS de 1/4 de polegada balanceado, SESSION em RCA desbalanceado e em S/PDIF, a 8 Vrms on the balanced outputs, 4 Vrms on the unbalanced.
Existe problema de firmware conhecido?
Nenhum documentado, e não existe limiar para ficar acima. A RANE documenta como atualizar este mixer e onde conferir, mas não publica lista de versões no manual. O control panel mostra a versão instalada, e libera um botão Update Firmware só quando a versão no seu computador é mais nova que a que está no mixer.
Ele precisa de computador?
Não. As quatro entradas analógicas de deck, a entrada Session, o microfone e todas as saídas funcionam sem nada plugado nas portas USB. Dois ajustes moram mesmo no computador: Os pontos de crossover do tone são o ajuste que mora no control panel do computador: 300 Hz e 3 kHz, ou o padrão de 150 Hz e 6 kHz, escolhidos por deck e de novo para o Submix. A sensibilidade do phono também é ajustada ali. Todo o resto, inclusive a chave de entrada de trás, fica no mixer.
Dá para usar ele com DVS?
O manual não cita nenhum software de DJ certificado nem nenhum parceiro de DVS para este mixer. A única menção de DVS nele é um ajuste de control panel por deck: o Phono / CD grava a fonte antes do controle Mix e é para onde a RANE aponta em aplicações de DVS, contra o padrão Deck Post, que grava depois do controle Mix para multipista.
Por que o meu mapeamento MIDI não faz nada?
O Port MIDI Enable liga os comandos MIDI de e para os controles do mixer na porta USB que você está olhando, e a RANE afirma que o padrão é desligado.
Quanto ele pesa?
5.8 kg, com 35.5 cm x 33.3 cm x 8.3 cm. A alimentação é 100 to 240 VAC, 50 or 60 Hz, 20 W maximum, então ele viaja para qualquer lugar com o cabo IEC certo.

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O que você normalmente encontra ao lado dele em cabines de verdade, com base em instalações de clube, festival e rental, e não em documento de fabricante.

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Fontes: o MP2015 Mixer Manual da própria RANE, lido inteiro, incluindo as Technical Specifications, as instruções do Mounting Ears Accessory e a tabela MIDI Control Change, mais o white paper deles, "RANE'S MP2015 ROTARY MIXER TECHNOLOGY", verificados em 29 de agosto de 2026. Especificações deles, prioridades nossas.