Revisado: 6 de setembro de 2026 Lançado em 2013

Numark NS7 II, o manual de campo

Controlador Numark NS7 II motorizado de quatro canais para Serato DJ, visto de cima, com dois pratos e um mixer embutido

Booth briefing. A Numark NS7 II é uma controladora Serato de quatro canais com dois pratos motorizados, um por deck físico, então cada lado da unidade é um prato girando sob controle do Serato. Quatro canais ficam em dois decks físicos, e o controle Layer alterna um deck entre suas layers de software. Cada canal tem um Input Selector: em PC, os controles do canal comandam o Serato, e em Line ele recebe uma fonte externa pelo hardware. O guia é publicado em cinco idiomas, inglês e quatro traduções.

Fast Lane

As cinco coisas que decidem o seu show

As cinco coisas do Numark NS7 II que mudam o que acontece a seguir, se você está lendo isto dentro da cabine. As cinco estão explicadas por inteiro mais abaixo nesta página.

O controle se chama Layer. Não existe chave Deck Select na unidade.

O controle se chama Layer. A entrada Takeover LEDs em inglês manda o leitor selecionar o outro deck com a chave Deck Select, e nenhum botão, chave ou serigrafia em lugar nenhum do aparelho leva esse nome: o item 3 dessa mesma seção em inglês define o controle como Layer, e as edições em espanhol, francês, italiano e alemão nomeiam todas o controle corretamente. Este é o único ponto deste modelo em que as quatro traduções trazem o texto exato e o deslize está na edição em inglês, o inverso do que se costuma supor, então um DJ lendo em inglês à procura de uma chave Deck Select está procurando algo que não existe no painel.

Então o movimento é ir no Layer e parar de procurar. Não falta nada no painel e nada foi tirado da sua unidade.

O controle Layer, e o nome que a edição em inglês usa

Sem tamanho de prato, sem número de torque e sem procedimento de calibração no guia.

O manual não dá diâmetro de prato, não dá valor de torque, não dá tempo de partida nem tempo de parada em segundos. Start Time e Stop Time são knobs ao lado do prato, descritos como controlando a velocidade com que o prato recupera sua rotação normal de reprodução e a velocidade com que ele desacelera até parar por completo, sem números, sem faixas de valores e sem posições de fábrica. O torque é uma chave de duas posições no painel traseiro, descrita só pela pegada: a posição alta dá a pegada mais pesada e mais forte dos toca-discos modernos e a posição baixa é mais leve e mais graciosa, a pegada de um toca-discos clássico. Em que posição a chave sai de fábrica não é informado.

Não existe procedimento de calibração neste manual. As palavras calibrar e calibração aparecem zero vez no documento, em nenhum dos seus cinco idiomas, e não há ajuste de sensibilidade ao toque, não há reset de sensor, não há modo de serviço e não há combinação de botões ao ligar. O único ajuste de prato descrito em qualquer lugar é a chave de torque de duas posições. A Numark publica, sim, uma orientação de calibração do NS7 II separada, no site de suporte dela, e o manual nunca menciona que ela existe, então quem trabalha só com o manual não tem como ficar sabendo que existe um procedimento. Qualquer coisa sobre como esse procedimento funciona tem que sair do artigo de suporte e ser creditada a ele, nunca a este manual.

De onde um procedimento de calibração realmente vem

Para um toca-discos, use o par de entradas que tem uma chave Line e Phono do lado.

Para um toca-discos, use o par de entradas que tem uma chave Line e Phono ao lado. A edição em espanhol descreve as entradas Line e Phono como sendo só de linha: ela retitula o item 7 do painel traseiro como Entradas de linea e dá a ele palavra por palavra o mesmo texto do item 9, que é o par genuinamente só de linha, então a frase que diz que essas entradas aceitam sinais tanto de nível de linha quanto de phono desapareceu, enquanto a entrada logo seguinte ainda manda o leitor ajustar uma chave Phono. As duas edições em espanhol do NS7 trazem uma versão disso, e a edição em espanhol do NS7III mantém o título correto e perde a mesma frase.

Ponha a chave na posição que combina com o aparelho, e leia a entrada em inglês para esses dois pares se a página em espanhol na sua frente descreve os dois do mesmo jeito.

Os dois pares de entradas, e como cada edição descreve eles

Conecte tudo primeiro, depois ligue a unidade, depois os amplificadores.

Conecte seus aparelhos de entrada, depois ligue o aparelho, depois ligue os amplificadores. A Numark imprime essa ordem duas vezes na edição em inglês, nos passos de instalação como um, dois, três (fontes de entrada, depois o NS7II, depois os aparelhos de saída) e de novo na entrada Power Switch do painel traseiro. O desligamento vai no sentido contrário: os amplificadores desligados antes do aparelho. O cabo de energia vai primeiro no aparelho, com ele desligado, e depois na tomada.

A entrada do painel traseiro em espanhol manda ligar o aparelho depois de DESCONECTAR todos os aparelhos de entrada, onde o inglês diz depois que eles foram conectados. A edição em espanhol do NS7III acerta essa mesma frase, o que situa isto neste documento e não em um padrão da casa. Este site segue o inglês: conectar primeiro, depois ligar. É um deslize de documentação, e vale saber dele antes que alguém instale o aparelho a partir da página em espanhol.

A ordem de ligar, e a entrada que imprime ela ao contrário

Uma régua que ficou muda para o Serato quase sempre é o Input Selector dela.

Confira o Input Selector antes de desconfiar do hardware. A Numark afirma que os controles de um canal só enviam informação MIDI quando o Input Selector dele está em PC, então um canal parado em Line ou Mic 2 tem ganho, EQ, filtro, fader e PFL que não mandam absolutamente nada para o Serato. Essa é a explicação comum para um canal que parece ter morrido, e ele volta no instante em que o seletor retorna para PC.

Cada Input Selector de canal tem três posições e nenhuma posição de desligado: PC para a camada de software, Line para um aparelho ligado na entrada Line daquele canal, e Mic 2 para o microfone do painel traseiro. A Numark acrescenta que as chaves Line e Phono do painel traseiro precisam estar ajustadas de forma correspondente, e avisa que colocar o seletor de mais de um canal em Mic 2 pode causar microfonia ou distorção.

O Input Selector, e o que cada posição decide

Pontos de atenção

Como esta página lê um manual impresso em cinco idiomas

O guia do NS7 II é um PDF só carregando inglês, espanhol, francês, italiano e alemão, então esta página lê as edições uma contra a outra e registra onde elas se separam. Não existe edição em português: a mais fácil de alcançar daqui é a espanhola. Onde este site registra uma diferença entre o inglês e o espanhol de um manual da Numark, ele está registrando um deslize de documentação e nada além disso. Um único PDF que carrega cinco idiomas é traduzido e diagramado por pessoas diferentes sob prazos diferentes, e as diferenças abaixo são diferentes em cada documento, que é a cara de deslizes comuns de edição. Nada disso sugere um fabricante querendo enganar ninguém, e este site não lê assim.

Tudo abaixo, portanto, diz primeiro o que FAZER e depois o que os documentos imprimem. Onde duas edições discordam, este site segue a inglesa, a não ser que o próprio painel resolva a questão, e neste modelo existe um ponto em que o painel resolve para o outro lado.

Os dois pares de entradas, e como cada edição descreve eles

Só um dos dois pares de entradas traseiras do NS7 II aceita um toca-discos, e a chave ao lado dele é como você descobre qual. Para um toca-discos, use o par de entradas que tem uma chave Line e Phono ao lado. A edição em espanhol descreve as entradas Line e Phono como sendo só de linha: ela retitula o item 7 do painel traseiro como Entradas de linea e dá a ele palavra por palavra o mesmo texto do item 9, que é o par genuinamente só de linha, então a frase que diz que essas entradas aceitam sinais tanto de nível de linha quanto de phono desapareceu, enquanto a entrada logo seguinte ainda manda o leitor ajustar uma chave Phono. As duas edições em espanhol do NS7 trazem uma versão disso, e a edição em espanhol do NS7III mantém o título correto e perde a mesma frase.

As edições em espanhol também deixam coisas de fora. O espanhol do NS6 II omite a frase que explica que um canal para de enviar MIDI quando o seletor de entrada dele está em Line, que é a linha mais útil de todo o manual em inglês. As duas edições em espanhol do NS7 descrevem as entradas Line e Phono como sendo só de linha, enquanto o item vizinho continua mandando o leitor ajustar uma chave Phono. E o espanhol do MixTrack Pro FX imprime um modo de pad duas vezes e perde outro por completo.

Onde mais as cinco edições se separam

Cinco diferenças menores atravessam a edição em espanhol do NS7 II, e nenhuma delas é defeito da máquina. Cinco diferenças menores atravessam a edição em espanhol. Os itens 37 e 38 estão trocados, então o 37 em espanhol é o Pitch Fader e o 38 são os Takeover LEDs, contra a mesma arte numerada que a seção em inglês usa. A nota de velocidade vira solo en algunos modelos, só em certos MODELOS, em vez de só em certos modos. A entrada LED Meters acrescenta de la salida de programa, transformando um medidor de canal em um medidor da saída de programa que o inglês nunca afirma, o que importa na hora do gain staging. A frase de Multi-FX dentro da entrada dos knobs de FX diz que são os botões que controlam o balanço entre wet e dry, onde o inglês diz que são os knobs. E o Start Time é descrito como controlando o tempo, e não a velocidade, com que o prato recupera a rotação, enquanto as duas entradas de Stop Time concordam entre si.

As três entradas de EQ em espanhol deixam de fora a frase do EQ kill, enquanto a entrada Touch Mode em espanhol continua dizendo ao leitor que Shift mais Touch Mode estende o controle por toque aos knobs de EQ. A edição em espanhol explica, portanto, como ligar um comportamento que ela nunca descreve em lugar nenhum, e a mesma omissão está na edição em espanhol do NS7III.

A tabela de especificações é publicada só em inglês. Não existe apêndice em espanhol, francês, italiano ou alemão, então um leitor que trabalhe com qualquer uma dessas quatro edições não recebe resposta de frequência, nem relação sinal ruído, nem THD, nem dimensões, nem peso deste aparelho.

Nada no guia pode ser datado a uma versão do produto

O guia do NS7 II carrega o número de versão dele mesmo e nenhuma versão de produto de tipo nenhum. As palavras firmware e atualização aparecem zero vez neste manual, em nenhum dos seus cinco idiomas. Não há procedimento de atualização, não há número de versão, não há faixa de números de série e não há revisão de hardware, então nada no documento pode ser datado em relação a um lançamento e nada nele diz ao dono que existe um firmware. A única versão que o documento carrega é a dele próprio, Manual Version 1.3. O que ele dá em lugar disso é um download de driver para o computador.

A Numark abre a instalação com uma instrução em maiúsculas para instalar os drivers antes de instalar o software, e não limita esses drivers a plataforma nenhuma: eles são baixados de numark.com/ns7ii por todo usuário, e o leitor é avisado de que vai ser solicitado a conectar o aparelho durante a instalação. Os requisitos de sistema não estão no manual, que manda o leitor buscá-los em numark.com/ns7ii e não cita nenhuma versão de macOS ou de Windows em lugar nenhum.

O que o guia não responde

No NS7 II o registro publicado para antes do painel em alguns lugares já conhecidos. O manual não contém seção de solução de problemas, além de uma observação de que um ronco ou zumbido baixo pode significar que os toca-discos não estão aterrados. Também não há texto de segurança nem de garantia: isso é delegado a um manual Safety and Warranty separado.

Nenhum dos sete manuais do usuário diz o que o produto é. Não existe em nenhum deles uma frase que chame o aparelho de controlador, de mixer ou de sistema autônomo. O manual do SCRATCH nunca usa a palavra mixer, e o manual do NS6 II não tem seção de introdução nenhuma.

Nenhum dos sete manuais contém texto de segurança ou de garantia. Todos os sete remetem isso a um manual Safety and Warranty separado, então o documento que o DJ guarda não é o que carrega os avisos.

Compatibilidade

O que a Serato desbloqueia, e o que o timecode ainda custa

A Serato afirma que este hardware desbloqueia o Serato DJ Pro de graça quando é conectado no software.

Sobre timecode a Serato é explícita onde o guia se cala: o DVS não vem incluído, e usar vinis ou CDs de controle exige o expansion pack Serato DVS.

Descontinuado, e a configuração que vem junto com isso

A Serato lista o NS7 II como hardware descontinuado e avisa que os drivers e as atualizações de firmware para hardware descontinuado vêm do fabricante e não são atualizados. Eles dão como última configuração suportada o macOS 10.12 Sierra ou o Windows 10, com o Serato DJ Pro versão 2.3.1.

Esse é o dado para levar num anúncio de segunda mão. A máquina não está quebrada e também não é atual: um notebook moderno fica fora da última configuração que a Serato suporta para ela, e a versão que eles nomeiam está várias gerações atrás da que um comprador novo instalaria.

O guia não faz nenhuma afirmação sobre timecode

O painel traseiro de um NS7 II tem cara de pronto para timecode, e o documento da caixa nunca usa a palavra. O manual nunca menciona DVS. As palavras DVS, timecode, disco de controle e vinil de controle não aparecem nele em lugar nenhum, em nenhum dos cinco idiomas. O painel traseiro tem entradas phono, um terminal de aterramento e chaves Line e Phono, então o aparelho parece pronto para timecode, e a Numark descreve essas entradas apenas como lugares para fontes de áudio e para toca-discos de nível phono. Seja lá o que o software suporte, este documento não faz nenhuma afirmação sobre timecode, então não é o papel com que se promete DVS a um contratante.

Ele passa áudio sem computador?

Esta é a pergunta que as pessoas fazem sobre todo NS7 II em anúncio de usado, e o guia não responde. Se o aparelho passa áudio sem computador NÃO É INFORMADO. A palavra standalone nunca aparece, não há slot de mídia de espécie alguma, não há porta USB host e não há armazenamento interno, e a porta USB é descrita apenas como enviando e recebendo áudio e informação de controle de um computador conectado. Todo controle de reprodução é descrito como controlando alguma coisa no software. As entradas Line, Phono e de microfone são caminhos analógicos e a ordem de ligar coloca o aparelho entre as fontes de entrada e os aparelhos de saída, mas nenhuma frase do manual diz se o aparelho funciona sem computador.

Este site também não vai resolver por inferência. O que dá para dizer é o que a máquina carrega: entradas analógicas, um mixer, e nenhum slot de mídia, nenhuma tela e nenhuma biblioteca.

Recursos explicados

O controle Layer, e o nome que não vale procurar

No NS7 II o controle que troca um deck entre as duas camadas de software tem um nome no painel e dois no papel. O controle se chama Layer. A entrada Takeover LEDs em inglês manda o leitor selecionar o outro deck com a chave Deck Select, e nenhum botão, chave ou serigrafia em lugar nenhum do aparelho leva esse nome: o item 3 dessa mesma seção em inglês define o controle como Layer, e as edições em espanhol, francês, italiano e alemão nomeiam todas o controle corretamente. Este é o único ponto deste modelo em que as quatro traduções trazem o texto exato e o deslize está na edição em inglês, o inverso do que se costuma supor, então um DJ lendo em inglês à procura de uma chave Deck Select está procurando algo que não existe no painel.

O Pitch Fader tem um LED ao lado que acende em 0%, e o botão Range define ±8%, ±16% e ±50%. Shift mais esse botão trava o pitch da faixa no tom original enquanto o andamento fica onde o fader colocar. Os Takeover LEDs cuidam de uma divergência depois de uma troca de camada: mova o fader no sentido para onde a seta aponta até a luz apagar, e ele volta a ter o controle.

O documento escreve o modelo como NS7II do começo ao fim, junto e sem espaço, em inglês e em espanhol. A forma com espaço, NS7 II, aparece seis vezes e apenas dentro da seção em alemão, NS7-II não aparece em lugar nenhum, e a Numark informa o endereço de suporte e de drivers como numark.com/ns7ii.

O Input Selector, e a frase que vale mais que o resto do guia

Esta é a primeira coisa a conferir num canal do NS7 II que parou de falar com o software. Confira o Input Selector antes de desconfiar do hardware. A Numark afirma que os controles de um canal só enviam informação MIDI quando o Input Selector dele está em PC, então um canal parado em Line ou Mic 2 tem ganho, EQ, filtro, fader e PFL que não mandam absolutamente nada para o Serato. Essa é a explicação comum para um canal que parece ter morrido, e ele volta no instante em que o seletor retorna para PC.

Cada Input Selector de canal tem três posições e nenhuma posição de desligado: PC para a camada de software, Line para um aparelho ligado na entrada Line daquele canal, e Mic 2 para o microfone do painel traseiro. A Numark acrescenta que as chaves Line e Phono do painel traseiro precisam estar ajustadas de forma correspondente, e avisa que colocar o seletor de mais de um canal em Mic 2 pode causar microfonia ou distorção.

A Numark imprime isso como nota e não como aviso, que é a única razão de a coisa pegar alguém de surpresa. Aprenda as três posições uma vez e essa classe inteira de defeito deixa de ser um mistério.

Os pratos, a chave de torque e os números que ninguém publicou

O NS7 II é comprado pelos pratos, e os pratos são o assunto sobre o qual o guia menos fala. O manual não dá diâmetro de prato, não dá valor de torque, não dá tempo de partida nem tempo de parada em segundos. Start Time e Stop Time são knobs ao lado do prato, descritos como controlando a velocidade com que o prato recupera sua rotação normal de reprodução e a velocidade com que ele desacelera até parar por completo, sem números, sem faixas de valores e sem posições de fábrica. O torque é uma chave de duas posições no painel traseiro, descrita só pela pegada: a posição alta dá a pegada mais pesada e mais forte dos toca-discos modernos e a posição baixa é mais leve e mais graciosa, a pegada de um toca-discos clássico. Em que posição a chave sai de fábrica não é informado.

Os pratos vêm desmontados e quem monta é o dono. A caixa traz dois conjuntos de prato, cada um com um prato de alumínio, um slipmat, um vinil e um adaptador de 45 RPM já preso ao vinil, mais um parafuso de eixo e uma chave allen. A Numark manda alinhar os pinos embaixo do prato com os furos do motor, apoiar o slipmat sobre o prato e o vinil sobre o slipmat, e então travar o adaptador de 45 no eixo com a chave allen, de modo que o vinil fica parafusado e não solto.

Shift mais o botão Slip Mode ativa ou desativa o motor daquele prato, e a Numark afirma que isso não afeta a reprodução da faixa. Em que estado o motor fica ao ligar o aparelho, e se o motor desligado sobrevive a um ciclo de energia, não é informado.

Ajuste os dois knobs de ouvido contra uma faixa que você conhece, e anote onde deixou eles, porque não existe posição de referência impressa para voltar.

Os pads, os dois que ficam mudos e os botões de Beat Grid ao lado

O NS7 II tem cinco botões de modo de pad e dez modos, então o pad na sua frente está fazendo uma de dez coisas. Cinco botões de modo de pad, cada um alternando dois modos sobre oito pads por deck: Cues dá Hot Cue e Hot Cue Auto-Loop, Auto and Roll dá Auto-Loop e Loop Roll, Loop dá dois bancos idênticos de Manual Loop Mode, Sampler dá Sample Player e Sample Velocity Trigger, e Slicer dá Slicer e Slicer Loop. A Numark afirma que, quando um botão de modo está apagado, o primeiro toque sempre seleciona o primeiro dos seus dois modos, e que Slicer e Slicer Loop precisam de uma faixa com Beat Grid definido.

O Sample Player Mode usa seis dos oito pads. O próprio diagrama da Numark para esse modo rotula os pads 7 e 8 como sem função, então um layout de samples de oito pads ensaiado encontra dois pads que não fazem nada. A sensibilidade à velocidade é descrita como valendo só em certos modos, e o único modo que a Numark chega a citar como sensível à velocidade é o Sample Velocity Trigger.

Três operações de Beat Grid ficam a um botão de distância umas das outras e nenhuma pede confirmação. Slip / Clear segurado com a mão no prato desloca a grade inteira, Shift mais esse botão apaga a grade por completo, e Adjust / Set deforma a grade e, como a Numark afirma, muda o BPM da faixa. As duas são gestos de segurar e girar em botões vizinhos, e o resultado vai parar na biblioteca do Serato, e não apenas naquele set.

Touch Mode, que torna um knob audível antes de você girar ele

O Touch Mode muda o que uma mão faz num knob do NS7 II, e não tem nada no painel para você ler o estado. Encostar em um knob pode mudar o áudio. A Numark afirma que, com o Touch Mode ativado, encostar no knob Channel Treble, Mid ou Bass corta as frequências daquele canal como um EQ kill, e que essas funções são momentâneas e não travadas. O Touch Mode sozinho cobre os três knobs de FX, onde encostar no FX 1 liga o efeito dele e soltar desliga o efeito, e Shift mais Touch Mode estende o mesmo comportamento aos knobs de EQ. Não existe estado travado para ler no painel, então esticar a mão para ver onde um knob está vai produzir uma mudança audível enquanto o modo estiver ligado.

Bleep e Reverse, e a diferença que você não escuta

Uma chave só do NS7 II carrega as duas funções, e enquanto estão acionadas elas são idênticas para o ouvido. Bleep e Reverse são duas posições de uma mesma chave e soam igual enquanto estão acionadas. A Numark afirma que voltar a chave de Reverse retoma a reprodução normal de onde o ponteiro de áudio parou, enquanto voltar de Bleep retoma de onde a faixa estaria se a função nunca tivesse sido acionada. Você não escuta qual das duas escolheu até soltar, então teste a duração das duas antes de precisar de qualquer uma delas em um set.

Conexões e configuração

O que entra, e onde cada microfone vai parar

O NS7 II tem dois tipos de entrada de nível de linha e duas entradas de microfone que não se comportam nem parecido. Entradas RCA Line e Phono com uma chave Line e Phono e um terminal de aterramento, um segundo par separado de entradas RCA só de Line, um microfone em conector de 6.35 mm no painel frontal com chave própria de liga e desliga, ganho, grave e agudo, e um segundo microfone em conector de 6.35 mm no painel traseiro que toma um canal do mixer através do Input Selector daquele canal. Quantos pares existem de cada entrada, e qual canal cada par alimenta, não é informado. Não há entrada de microfone XLR e não há nenhuma afirmação sobre phantom power.

A Numark afirma que o sinal do Mic 1 do painel frontal é roteado direto para o Program Mix e para o Cue Mix, então ele não tem fader de canal, não tem crossfader assign e não tem como sair do cue dos fones. O Mic 2 é o oposto: ele toma um canal inteiro do mixer e ganha o strip daquele canal, e é por isso que a Numark avisa para não colocar mais de um canal nele.

O que sai, e os dois controles do painel frontal

O NS7 II entrega um sinal balanceado para o técnico e um não balanceado para a cabine. Um master XLR balanceado, um master RCA desbalanceado, uma saída de cabine RCA desbalanceada, e fones em 6.35 mm e 3.5 mm no painel frontal com Split Cue e Cue Blend. Não há saída de cabine balanceada, não há saída digital e não há saída de gravação. As entradas do painel traseiro chamam os controles de nível de knob Master e knob Booth, enquanto a lista do painel superior os nomeia como Master Volume e Booth/Zone Volume.

Chaves Crossfader Assign por canal com três posições, A, B ou Off no centro, e a Numark afirma que a posição central contorna o crossfader e manda aquele canal direto para o Program Mix. A curva é definida por um knob Crossfader Slope, girado para a esquerda para uma passagem suave e para a direita para um corte seco, e a Numark recomenda a posição central como ajuste típico para apresentações em clube. Os dois controles ficam no painel FRONTAL e não na superfície superior, então eles ficam fora de alcance com a frente de um case fechada. Ajuste os dois antes de instalar.

A entrada do crossfader é uma frase sobre misturar o áudio entre os canais atribuídos a cada lado, e nada além disso é publicado. Nenhum tipo de fader (magnético, sem contato, óptico ou de carbono), nenhuma marca, nenhum número de peça, nenhum cut-in, nenhum cut lag, nenhuma tensão, nenhum procedimento de troca e nenhuma afirmação sobre se o fader pode ser trocado pelo usuário. A tabela de especificações não tem linha de crossfader de espécie alguma, e não existe calibração de fader no documento nem para o crossfader, nem para os faders de canal, nem para os faders de pitch.

Rede elétrica, a ventoinha e uma linha de especificação que não existe

O NS7 II usa um cabo de força IEC e roda uma ventoinha de resfriamento, e a tabela no fim do guia não tem nada a dizer sobre nenhum dos dois. A tabela de especificações não dá valor de alimentação de espécie alguma: nenhuma tensão, nenhuma frequência e nenhuma potência, num aparelho com entrada de energia IEC e ventoinha ativa de refrigeração. A Numark pede apenas que a abertura à frente da ventoinha fique desobstruída e que o aparelho tenha fluxo de ar em todas as aberturas de ventilação, especialmente dentro de um case. A entrada do painel traseiro em espanhol chama a peça que vem na caixa de adaptador de energia, onde o inglês a chama de cabo de energia, e as duas listas de conteúdo da caixa concordam que a peça é um cabo de energia IEC.

Conecte seus aparelhos de entrada, depois ligue o aparelho, depois ligue os amplificadores. A Numark imprime essa ordem duas vezes na edição em inglês, nos passos de instalação como um, dois, três (fontes de entrada, depois o NS7II, depois os aparelhos de saída) e de novo na entrada Power Switch do painel traseiro. O desligamento vai no sentido contrário: os amplificadores desligados antes do aparelho. O cabo de energia vai primeiro no aparelho, com ele desligado, e depois na tomada.

A ordem de ligar, e a entrada que imprime ela ao contrário

Monte um NS7 II nesta ordem e nada do que vem na página abaixo consegue te pegar. Conecte seus aparelhos de entrada, depois ligue o aparelho, depois ligue os amplificadores. A Numark imprime essa ordem duas vezes na edição em inglês, nos passos de instalação como um, dois, três (fontes de entrada, depois o NS7II, depois os aparelhos de saída) e de novo na entrada Power Switch do painel traseiro. O desligamento vai no sentido contrário: os amplificadores desligados antes do aparelho. O cabo de energia vai primeiro no aparelho, com ele desligado, e depois na tomada.

A entrada do painel traseiro em espanhol manda ligar o aparelho depois de DESCONECTAR todos os aparelhos de entrada, onde o inglês diz depois que eles foram conectados. A edição em espanhol do NS7III acerta essa mesma frase, o que situa isto neste documento e não em um padrão da casa. Este site segue o inglês: conectar primeiro, depois ligar. É um deslize de documentação, e vale saber dele antes que alguém instale o aparelho a partir da página em espanhol.

Para quem lê em português isso tem uma consequência prática, porque sem edição no nosso idioma a espanhola é a que costuma chegar até aqui, e é justamente ela que inverte esta instrução. Para a ordem de ligar, siga a edição em inglês. Em quatro destes sete modelos, a edição em espanhol do manual difere da edição em inglês de um jeito que muda o que um DJ faria. Duas delas invertem uma instrução por completo: os painéis traseiros em espanhol do NS6 II e do NS7 II mandam ligar o aparelho depois de DESCONECTAR os dispositivos de entrada, onde o inglês diz depois de conectá-los, e o espanhol do NS6 II contradiz a própria seção de configuração uma dúzia de páginas antes. Onde as duas discordam, o inglês é a edição que este site segue.

Calibração, e o documento de onde ela tem que vir

Se um prato do NS7 II precisar de ajuste, trabalhe pelo artigo de suporte da Numark para este modelo e não pelo manual da caixa. Não existe procedimento de calibração neste manual. As palavras calibrar e calibração aparecem zero vez no documento, em nenhum dos seus cinco idiomas, e não há ajuste de sensibilidade ao toque, não há reset de sensor, não há modo de serviço e não há combinação de botões ao ligar. O único ajuste de prato descrito em qualquer lugar é a chave de torque de duas posições. A Numark publica, sim, uma orientação de calibração do NS7 II separada, no site de suporte dela, e o manual nunca menciona que ela existe, então quem trabalha só com o manual não tem como ficar sabendo que existe um procedimento. Qualquer coisa sobre como esse procedimento funciona tem que sair do artigo de suporte e ser creditada a ele, nunca a este manual.

A Numark publica uma base de conhecimento de suporte com artigos por modelo, e em vários pontos ela responde o que o manual não responde. A cobertura é desigual: o NS7 II, o NS7 III, o SCRATCH e a família Mixstream têm artigos, e nenhum artigo específico de modelo foi encontrado para o MixTrack Platinum FX, o MixTrack Pro FX ou o NS6 II, verificado em 2026-09-06.

Firmware, drivers e manuais

Downloads e documentos oficiais

Vá até a Numark para pegar os arquivos. Linkamos as páginas deles em vez de hospedar uma cópia, porque um manual copiado aqui é uma foto do dia do lançamento e o deles é o que continua atual.

Manuais. Página oficial de manuais da Numark →

Link quebrado? Avise a gente e nós corrigimos.

Perguntas frequentes

O que é este aparelho, e por que o guia não diz?

Um controlador Serato DJ de quatro canais com dois pratos motorizados, quatro camadas de software e mixer integrado. O próprio manual nunca diz isso: ele não tem parágrafo de introdução, não tem frase de classe de produto e não tem nenhuma afirmação em texto corrido sobre a quantidade de canais. O mais perto de uma contagem é um parêntese dentro da entrada de FX Assign, onde a Numark escreve que cada efeito pode ser aplicado a qualquer um dos quatro canais ou a todos eles. As palavras motorizado e toca-discos nunca são usadas para se referir ao próprio aparelho.

O manual chama o software de Serato DJ, e as expressões Serato DJ Pro, Serato DJ Lite e Serato DJ Intro não aparecem em lugar nenhum do documento. A lista da caixa traz o software Serato DJ como download, sem cartão, e o manual nunca menciona número de série, licença, ativação ou etapa de registro, então se o hardware desbloqueia alguma coisa e se há licença incluída não é informado. Nenhuma expansão paga do Serato é citada em lugar nenhum.

Que tamanho tem, quanto pesa e como a tabela se lê?

O apêndice em inglês dá a relação sinal ruído para o caminho USB e para o caminho analógico, THD mais N, separação entre canais e resposta de frequência por saída, além de valores de THD para os dois microfones e para a entrada phono. A resposta de frequência é dada como 20 Hz a 20 kHz, os conversores como 44.1 kHz em 24-bit, e o aparelho montado como 762 por 405 por 107 mm e 15.3 kg, que a Numark também imprime como 30 por 15.9 por 4.2 polegadas e 33.7 lbs.

A linha de peso está marcada como valendo só para o NS7II, com os pratos montados e instalados, então 15.3 kg é o que você levanta com os pratos, os slipmats e o vinil no lugar. Os pratos vêm separados dentro da caixa, e nem um peso do aparelho sem eles nem um peso com embalagem é dado em lugar nenhum, então não há o que subtrair na hora de conferir um flight case contra o limite de uma companhia aérea.

Três linhas valem uma segunda leitura. Os dois valores de resposta de frequência trazem uma tolerância positiva e nenhuma tolerância negativa, impressos como mais 0.2 dB e mais 0.5 dB, então o quanto a resposta pode cair não está especificado e o valor não pode ser comparado em pé de igualdade com o de um mixer citado com tolerância positiva e negativa. A faixa dinâmica do codec é impressa como 114 dB sem sinal de maior que, enquanto toda linha vizinha do mesmo bloco traz um, e a tabela do NS7 III imprime essa mesma linha como maior que 114 dB. E as dimensões imperiais e métricas não se convertem umas nas outras: 15.9 polegadas dão 403.9 mm contra os 405 impressos, e 4.2 polegadas dão 106.7 mm contra os 107 impressos.

Este ou o NS7 III?

O que esta geração tem e o NS7 III não tem: um User Guide impresso na caixa em vez de um download, drivers para todos os usuários em vez de só para Windows, a instrução de instalar os drivers antes do software, um endereço de suporte e de drivers específico do produto em numark.com/ns7ii em vez de um numark.com sem mais nada, um controle de cabine chamado Booth/Zone Volume em vez de Booth Volume, o Manual Loop Mode no lugar do Saved Loop Mode do III, um diagrama de pads do sampler que rotula os seus dois pads sem uso, e uma legenda de cores do sampler para os pads atribuídos e os pads tocando. O que o III acrescenta, incluindo o seu display destacável de três telas, está exposto na página do NS7 III.

Um cuidado ao comparar as duas tabelas de especificação lado a lado. O peso impresso aqui é o valor montado descrito acima, com os pratos, os slipmats e os vinis instalados, e nenhum valor nu ou encaixotado é publicado em lugar nenhum deste documento, então não tem nada nele para subtrair antes de colocar o número ao lado de outra tabela.

O que vem na caixa?

O aparelho, dois conjuntos de prato, um cabo de energia IEC, um cabo USB, um parafuso de eixo, uma chave allen, o software Serato DJ como download, um Quickstart Guide, um User Guide impresso e um manual Safety and Warranty separado. A Numark observa que qualquer coisa que apareça no diagrama de conexões mas não esteja nessa lista é vendida separadamente.

Onde este modelo entra na linha

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