Revisado: 6 de setembro de 2026 Lançado em 2015

Numark NS7 III, o manual de campo

Controlador Numark NS7 III motorizado de quatro canais para Serato DJ, visto de cima, com dois pratos e um display destacável de três telas

Booth briefing. A Numark NS7 III é uma controladora de DJ com pratos motorizados e uma unidade de display destacável. O computador liga no DISPLAY, não no deck, então a unidade de tela faz parte do caminho do sinal, e três cabos a atendem: o link com o computador e os dois cabos curtos que prendem o display ao deck. O controle Layer é o que alterna um deck físico entre suas layers de software. A Numark publica drivers só para Windows, e o guia é publicado em cinco idiomas, inglês e quatro traduções.

Fast Lane

As cinco coisas que decidem o seu show

As cinco coisas do Numark NS7 III que mudam o que acontece a seguir, se você está lendo isto dentro da cabine. As cinco estão explicadas por inteiro mais abaixo nesta página.

O controle se chama Layer. Não existe chave Deck Select na unidade.

O controle se chama Layer. A entrada Takeover LEDs em inglês manda o leitor selecionar o outro deck com o Deck Select switch, um nome que não aparece em nenhum outro lugar do documento e não vem impresso no aparelho, enquanto o item 5 da mesma seção em inglês define o controle como Layer. O texto em inglês ainda chama esse mesmo controle de botão Deck em uma das telas e de botão Layer em outra, então um controle só carrega três nomes em inglês, mais um quarto que não está no hardware. As edições em espanhol, francês, italiano e alemão dizem todas Layer, então, neste ponto, são as traduções que trazem o texto exato.

Então o movimento é ir no Layer e parar de procurar. Um controle só carrega vários nomes no papel e apenas um deles está impresso na máquina.

O controle Layer, e os nomes que o guia dá a ele

O computador entra pelo display, e não pelo deck.

O computador não é ligado ao deck. A Numark manda conectar ao computador a porta USB To PC da unidade de display, enquanto a porta USB traseira do próprio NS7III leva apenas o link curto até o display. O caminho de áudio e de controle vai, portanto, do deck para o display e do display para o computador. Nada no guia diz o que acontece se a unidade de display ficar em casa, não for encaixada ou ficar sem alimentação, e nenhum outro caminho até o computador é descrito.

O display é um segundo aparelho alimentado. Ele tem o próprio Display Power Switch, puxa DC por um cabo pequeno a partir de um Power Output no painel traseiro do NS7III, e a Numark acrescenta um Cable Restraint justamente para ajudar a evitar que esse cabo se desconecte sem querer. A ordem de ligar trata os dois como um item só, ligue as fontes de entrada, depois o NS7III e a unidade de display, depois os aparelhos de saída, enquanto a chave do display continua separada, então dá para deixar o deck ligado e as telas não. Três cabos servem o display no total, o link USB dele, o cabo DC dele e o cabo USB comum que vai até o computador, e dois deles são peças pequenas, fáceis de perder.

A unidade de display, os cabos dela e a alimentação

Sem tamanho de prato, sem número de torque e sem procedimento de calibração no guia.

O guia não dá diâmetro de prato, nem número de torque, nem tempo de partida e nem tempo de parada em segundos. Start Time e Stop Time são knobs ao lado do prato, sem números, sem faixas e sem posição de fábrica. O torque é uma chave de duas posições no painel traseiro, descrita só pela pegada: a posição alta dá a pegada mais pesada e mais forte dos toca discos modernos e a posição baixa é mais leve e mais suave, a pegada de um toca discos clássico. Em que posição ele sai de fábrica não é informado.

Não existe procedimento de calibração neste guia. As palavras calibrar e calibração aparecem zero vezes no documento, em nenhum dos seus cinco idiomas, e não há ajuste de sensibilidade ao toque, nem reset de sensor, nem modo de serviço, nem combinação de botões ao ligar. O único ajuste de prato descrito em qualquer lugar é a chave de torque de duas posições, e a seção Support aponta apenas para o suporte geral do produto. A Numark publica, sim, uma orientação de calibração separada para o NS7 III, e o guia nunca menciona que ela existe, então qualquer coisa sobre como esse procedimento funciona tem que sair do artigo de suporte e ser creditada a ele, nunca a este guia.

De onde um procedimento de calibração realmente vem

Os drivers são escopados só para quem usa Windows, e macOS nunca é tratado.

A Numark restringe os drivers a usuários de Windows, baixados de numark.com, e não dá ordem de instalação: a instrução do NS7 II de instalar os drivers antes do software foi retirada deste documento. Se a unidade é class compliant no macOS não é informado, e os requisitos de sistema também não estão no guia.

O guia chama o software de Serato DJ, e as expressões Serato DJ Pro, Serato DJ Lite e Serato DJ Intro não aparecem em lugar nenhum do documento. A caixa lista o software Serato DJ como download, sem cartão, e nenhum número de série, licença, ativação ou passo de registro é mencionado em lugar nenhum, então se o hardware desbloqueia alguma coisa e se uma licença está incluída não é informado.

Os drivers, o software e o que não está escopado

Para um toca-discos, use o par de entradas que tem uma chave Line e Phono do lado.

Para um toca discos, use o par de entradas que tem uma chave Line e Phono ao lado. A edição em espanhol descreve as entradas Line e Phono como se fossem só de linha: ela mantém o título correto, Entradas de linea/fonografica, mas dá a essa entrada, palavra por palavra, o mesmo corpo de texto do par logo abaixo, que é de linha de verdade, então a frase que diz que essas entradas aceitam sinais tanto de nível de linha quanto de nível phono não está lá, enquanto a entrada seguinte continua mandando o leitor ajustar uma chave Phono. As duas edições em espanhol do NS7 trazem uma versão disso.

Ponha a chave na posição que combina com o aparelho, e leia a entrada em inglês para esses dois pares se a página em espanhol na sua frente descreve os dois do mesmo jeito.

Os dois pares de entradas, e como cada edição descreve eles

Pontos de atenção

Como esta página lê um manual impresso em cinco idiomas

O guia do NS7 III é um PDF só carregando inglês, espanhol, francês, italiano e alemão, então esta página lê as edições uma contra a outra e registra onde elas se separam. Não existe edição em português: a mais fácil de alcançar daqui é a espanhola. Onde este site registra uma diferença entre o inglês e o espanhol de um manual da Numark, ele está registrando um deslize de documentação e nada além disso. Um único PDF que carrega cinco idiomas é traduzido e diagramado por pessoas diferentes sob prazos diferentes, e as diferenças abaixo são diferentes em cada documento, que é a cara de deslizes comuns de edição. Nada disso sugere um fabricante querendo enganar ninguém, e este site não lê assim.

Tudo abaixo, portanto, diz primeiro o que FAZER e depois o que os documentos imprimem. Neste modelo as diferenças correm nas duas direções, e vale saber disso antes que alguém assuma que uma das edições é a confiável.

Os dois pares de entradas, e como cada edição descreve eles

Só um dos dois pares de entradas traseiras do NS7 III aceita um toca-discos, e a chave ao lado dele é como você descobre qual. Para um toca discos, use o par de entradas que tem uma chave Line e Phono ao lado. A edição em espanhol descreve as entradas Line e Phono como se fossem só de linha: ela mantém o título correto, Entradas de linea/fonografica, mas dá a essa entrada, palavra por palavra, o mesmo corpo de texto do par logo abaixo, que é de linha de verdade, então a frase que diz que essas entradas aceitam sinais tanto de nível de linha quanto de nível phono não está lá, enquanto a entrada seguinte continua mandando o leitor ajustar uma chave Phono. As duas edições em espanhol do NS7 trazem uma versão disso.

As edições em espanhol também deixam coisas de fora. O espanhol do NS6 II omite a frase que explica que um canal para de enviar MIDI quando o seletor de entrada dele está em Line, que é a linha mais útil de todo o manual em inglês. As duas edições em espanhol do NS7 descrevem as entradas Line e Phono como sendo só de linha, enquanto o item vizinho continua mandando o leitor ajustar uma chave Phono. E o espanhol do MixTrack Pro FX imprime um modo de pad duas vezes e perde outro por completo.

Onde mais as cinco edições se separam, nas duas direções

Várias diferenças menores atravessam a edição em espanhol do NS7 III, e três correm no sentido oposto, dentro da inglesa. Várias diferenças menores atravessam a edição em espanhol. Os itens 39 e 40 estão trocados, então o 39 em espanhol é o Pitch Fader e o 40 são os Takeover LEDs, contra a mesma arte numerada que a seção em inglês usa. A nota sobre velocity vira solo en algunos modelos, só em certos MODELOS. A entrada LED Meters acrescenta de la salida de programa, uma afirmação sobre a saída de programa que o inglês nunca faz. A frase sobre Multi-FX dentro da entrada dos knobs de FX diz que são os botões que controlam o balanço entre wet e dry, onde o inglês diz que são os knobs. O item Filter-Roll vem com o título modo de filtro-redoble e depois chama esse mesmo modo de modo de filtro con regreso no próprio corpo. As instruções de loop listam dobrar antes de dividir pela metade, onde o inglês lista dividir pela metade antes de dobrar. E a linha dos drivers perde a palavra only, então quem tem Mac e lê o espanhol não tem nenhuma frase clara dizendo que o passo dos drivers não se aplica a ele.

As três entradas de EQ em espanhol não trazem a frase do EQ kill, enquanto a entrada Touch Mode em espanhol continua dizendo ao leitor que Shift mais Touch Mode estende o controle por toque aos knobs de EQ. A edição em espanhol, portanto, explica como ligar um comportamento que ela nunca descreve, e a mesma omissão está no NS7 II em espanhol.

Três defeitos correm no sentido contrário e pertencem só à edição em inglês. A frase que descreve as cores das formas de onda traz green indicated mid range frequencies em quatro lugares diferentes, a entrada do nome da faixa em Performance View está sem uma palavra, e o título do Sampler traz um parêntese de fechamento sem par. O espanhol traz os três corretamente, o que é um bom lembrete de que são deslizes de redação, e não de tradução.

A tabela de especificações é publicada só em inglês. Não existe apêndice em espanhol, francês, italiano ou alemão, então quem trabalha com qualquer uma dessas quatro edições não tem resposta de frequência, nem relação sinal ruído, nem THD, nem número de potência, nem dimensões, nem peso.

Nada no guia pode ser datado a uma versão do produto

O NS7 III dá boot em três telas e navega uma biblioteca, e o guia dele não carrega versão de produto de tipo nenhum. As palavras firmware e update aparecem zero vezes neste guia, em nenhum dos seus cinco idiomas, em um produto que inicia três telas e navega por uma biblioteca. Não há procedimento de atualização, nem número de versão, nem faixa de números de série, nem revisão de hardware, então nada no documento pode ser datado por um lançamento e nenhuma forma é dada para ler o que está instalado. A única versão que o documento carrega é a dele mesmo, Manual Version 1.1. O que ele dá no lugar disso é um download de driver para Windows.

O que o guia não responde

No NS7 III o registro publicado para antes do painel em alguns lugares já conhecidos. O guia não tem seção de resolução de problemas, além de uma nota dizendo que um zumbido baixo pode significar que os toca discos não estão aterrados e de uma instrução para manter a saída do ventilador desobstruída. Também não há texto de segurança nem de garantia: isso fica para um manual Safety and Warranty separado.

Nenhum dos sete manuais do usuário diz o que o produto é. Não existe em nenhum deles uma frase que chame o aparelho de controlador, de mixer ou de sistema autônomo. O manual do SCRATCH nunca usa a palavra mixer, e o manual do NS6 II não tem seção de introdução nenhuma.

Nenhum dos sete manuais contém texto de segurança ou de garantia. Todos os sete remetem isso a um manual Safety and Warranty separado, então o documento que o DJ guarda não é o que carrega os avisos.

Compatibilidade

Os drivers, o software e o que não está escopado

Reserve tempo para a etapa de driver do NS7 III numa máquina Windows, e espere que o guia não diga absolutamente nada sobre um Mac. A Numark restringe os drivers a usuários de Windows, baixados de numark.com, e não dá ordem de instalação: a instrução do NS7 II de instalar os drivers antes do software foi retirada deste documento. Se a unidade é class compliant no macOS não é informado, e os requisitos de sistema também não estão no guia.

O guia chama o software de Serato DJ, e as expressões Serato DJ Pro, Serato DJ Lite e Serato DJ Intro não aparecem em lugar nenhum do documento. A caixa lista o software Serato DJ como download, sem cartão, e nenhum número de série, licença, ativação ou passo de registro é mencionado em lugar nenhum, então se o hardware desbloqueia alguma coisa e se uma licença está incluída não é informado.

O que a Serato diz, incluindo a linha de driver que este guia derrubou

O guia de início rápido da Serato para este modelo afirma que ele é um dispositivo Serato DJ Pro hardware unlocked, ou seja, que desbloqueia o Serato DJ Pro ao ser conectado.

Ele também afirma que o NS7 III é um dispositivo de upgrade pago para o Serato DVS, ou seja, que a funcionalidade DVS exige a compra e a ativação de uma licença Serato DVS.

Sobre drivers a Serato responde o que este guia não responde. Eles afirmam que o NS7 III exige drivers tanto para Mac quanto para Windows, baixados junto com qualquer atualização de firmware disponível na Numark. O guia limita a própria linha de drivers aos usuários de Windows e nunca fala do macOS, então um dono de Mac trabalhando pelo documento da caixa não saberia que precisa instalar alguma coisa.

O guia não faz nenhuma afirmação sobre timecode

O painel traseiro de um NS7 III tem cara de pronto para timecode, e o documento da caixa nunca usa a palavra. O guia nunca menciona DVS. As palavras DVS, timecode, control record e control vinyl não aparecem nele em lugar nenhum, em nenhum dos cinco idiomas, e as entradas phono da traseira são descritas só como lugares para fontes de áudio e para toca discos de nível phono. Este documento não faz nenhuma afirmação sobre timecode.

Ele passa áudio sem computador?

As telas fazem as pessoas perguntarem isso do NS7 III mais do que de qualquer outro controlador Serato, e o guia não responde. Se a unidade passa áudio sem computador NÃO É INFORMADO. A palavra standalone nunca aparece, todo controle de reprodução é descrito como controlando algo no software, o USB Indicator é descrito como acendendo quando a unidade está se comunicando com o computador, e o Quick Start exige um computador rodando Serato DJ. A única coisa que aponta no sentido contrário é a porta USB host alimentada do display, que recebe um HD opcional e é documentada em uma única frase, que não chega a dizer para que serve esse HD.

Este site não vai resolver por inferência. A única frase que aponta nessa direção é a da porta de disco rígido acima, e ela para antes de dizer para que serve o disco.

Recursos explicados

A unidade de display, e por que ela não é um acessório

Leve o display do NS7 III e os dois cabos pequenos dele junto com o deck, porque o computador conecta através dele. O computador não é ligado ao deck. A Numark manda conectar ao computador a porta USB To PC da unidade de display, enquanto a porta USB traseira do próprio NS7III leva apenas o link curto até o display. O caminho de áudio e de controle vai, portanto, do deck para o display e do display para o computador. Nada no guia diz o que acontece se a unidade de display ficar em casa, não for encaixada ou ficar sem alimentação, e nenhum outro caminho até o computador é descrito.

Uma unidade destacável com três telas, especificada como três telas LCD coloridas de 95 por 55 mm em uma unidade destacável. Ela se encaixa nos dois suportes do painel traseiro, que a Numark observa que normalmente sustentariam um suporte de laptop, então as telas ocupam a posição do laptop. Nenhuma resolução em pixels, nenhum brilho e nenhum ângulo de visão são dados para elas em lugar nenhum.

O display é um segundo aparelho alimentado. Ele tem o próprio Display Power Switch, puxa DC por um cabo pequeno a partir de um Power Output no painel traseiro do NS7III, e a Numark acrescenta um Cable Restraint justamente para ajudar a evitar que esse cabo se desconecte sem querer. A ordem de ligar trata os dois como um item só, ligue as fontes de entrada, depois o NS7III e a unidade de display, depois os aparelhos de saída, enquanto a chave do display continua separada, então dá para deixar o deck ligado e as telas não. Três cabos servem o display no total, o link USB dele, o cabo DC dele e o cabo USB comum que vai até o computador, e dois deles são peças pequenas, fáceis de perder.

A porta USB alimentada do display, em uma frase

O display do NS7 III carrega uma porta que parece que deveria significar alguma coisa e nunca é explicada. O display traz uma porta USB host alimentada, e toda a documentação dela é uma frase só, nos cinco idiomas: um HD USB opcional, não incluído, pode ser conectado a essa porta USB alimentada. O guia nunca diz para que serve esse HD, nunca diz que a unidade toca a partir dele, nunca nomeia um sistema de arquivos nem um formato de arquivo, e nunca diz se ele precisa estar conectado antes de ligar. Uma porta de HD em uma unidade de telas parece reprodução standalone, e este documento não confirma isso nem descarta.

Esta página não vai resolver isso por inferência. O que dá para dizer é que essa frase é o registro publicado inteiro sobre aquele conector, então nada deve ser prometido a um contratante em cima dela.

O que as três telas mostram, e o timeout de cinco segundos

O NS7 III coloca no hardware quase tudo que um DJ leria de outro jeito na tela do notebook. As telas da esquerda e da direita mostram Performance View 1 ou Performance View 2 e a tela central mostra Library View ou Waveform View, alternadas por um botão View ao lado da tela de cada deck. Juntas, elas colocam no hardware nome da faixa, artista, tom, BPM do deck, tempo restante, faixa de pitch, nomes de efeitos, hot cues, loops e um prato virtual. As formas de onda são coloridas por frequência, vermelho para os graves, verde para os médios e azul para os agudos.

A tela de biblioteca tem um tempo limite de cinco segundos. A Numark declara que girar o Scroll Knob entra em Library View na hora e que, depois de cinco segundos sem tocar no knob, o display volta para Waveform View. Nenhuma forma de mudar ou desativar esse tempo limite é descrita, então uma pausa para falar com alguém no meio da busca custa a posição da rolagem.

O controle Layer, e os nomes que não valem procurar

No NS7 III o controle que troca um deck entre as duas camadas de software junta mais nomes do que qualquer outro controle da máquina. O controle se chama Layer. A entrada Takeover LEDs em inglês manda o leitor selecionar o outro deck com o Deck Select switch, um nome que não aparece em nenhum outro lugar do documento e não vem impresso no aparelho, enquanto o item 5 da mesma seção em inglês define o controle como Layer. O texto em inglês ainda chama esse mesmo controle de botão Deck em uma das telas e de botão Layer em outra, então um controle só carrega três nomes em inglês, mais um quarto que não está no hardware. As edições em espanhol, francês, italiano e alemão dizem todas Layer, então, neste ponto, são as traduções que trazem o texto exato.

O botão de faixa de pitch recebe dois nomes e duas notações de faixa dentro de um mesmo documento. A entrada do painel superior chama ele de Range / Master Tempo e dá ±8%, ±16% e ±50%, enquanto as duas seções sobre o display chamam ele de Range / Keylock e dão mais 8%, mais 16% e mais 50%. Não existe nenhum botão com a marcação Keylock na lista de controles, e não é possível determinar por este documento se a faixa é simétrica.

O documento escreve o modelo como NS7III, em uma palavra só, 171 vezes, e a forma com espaço, NS7 III, não aparece em lugar nenhum do arquivo, em nenhum idioma. A porta USB da própria unidade de display vem serigrafada como NS7, e não como NS7III. Diferente do NS7 II, nenhum endereço de suporte específico do produto é dado: tanto a linha Support quanto a linha Drivers dizem apenas numark.com.

O Input Selector, e a frase que vale mais que o resto do guia

Esta é a primeira coisa a conferir num canal do NS7 III que parou de falar com o software. Confira o Input Selector antes de desconfiar do hardware. A Numark declara que os controles de um canal só mandam informação MIDI quando o Input Selector dele está em PC, então um canal parado em Line ou Mic 2 tem ganho, EQ, filtro, fader e PFL que não mandam nada para o Serato. Essa é a explicação comum para um canal que parece ter morrido, e é, palavra por palavra, a mesma frase que o NS7 II traz.

Cada Input Selector de canal tem três posições e nenhuma posição de desligado: PC para a camada de software, Line para um aparelho ligado na entrada Line daquele canal, e Mic 2 para o microfone do painel traseiro. A Numark acrescenta que as chaves Line e Phono do painel traseiro precisam estar ajustadas de forma correspondente, e avisa que colocar o seletor de mais de um canal em Mic 2 pode causar microfonia ou distorção.

A Numark imprime isso como nota e não como aviso, que é a única razão de a coisa pegar alguém de surpresa. Aprenda as três posições uma vez e essa classe inteira de defeito deixa de ser um mistério.

Os pratos, a chave de torque e os números que ninguém publicou

O NS7 III é comprado pelos pratos, e os pratos são o assunto sobre o qual o guia menos fala. O guia não dá diâmetro de prato, nem número de torque, nem tempo de partida e nem tempo de parada em segundos. Start Time e Stop Time são knobs ao lado do prato, sem números, sem faixas e sem posição de fábrica. O torque é uma chave de duas posições no painel traseiro, descrita só pela pegada: a posição alta dá a pegada mais pesada e mais forte dos toca discos modernos e a posição baixa é mais leve e mais suave, a pegada de um toca discos clássico. Em que posição ele sai de fábrica não é informado.

Os pratos vêm desmontados e é o dono que monta, exatamente como no NS7 II: dois conjuntos de prato, cada um com um prato de alumínio, um slipmat, um vinil e um adaptador de 45 RPM preso, mais um parafuso de eixo e uma chave allen. Os pinos embaixo do prato se alinham com furos no motor, o slipmat vai sobre o prato e o vinil por cima dele, e o adaptador de 45 é travado no eixo com a chave allen.

Shift mais o botão Slip Mode ativa ou desativa o motor daquele prato, e a Numark afirma que isso não afeta a reprodução da faixa. Em que estado o motor fica ao ligar o aparelho, e se o motor desligado sobrevive a um ciclo de energia, não é informado.

Ajuste os dois knobs de ouvido contra uma faixa que você conhece, e anote onde deixou eles, porque não existe posição de referência impressa para voltar.

Os pads, a ordem dos loops e um diagrama de sampler em que dá para confiar

O NS7 III tem cinco botões de modo de pad e dez modos, e dois dos modos mudaram em relação à geração anterior. Cinco botões de modo de pad, cada um alternando dois modos sobre oito pads por deck: Cues dá Hot Cue e Hot Cue Auto-Loop, Auto and Roll dá Auto-Loop e Loop Roll, Loop dá dois bancos de Saved Loop Mode, Sampler dá Sample Player e Sample Velocity Trigger, e Slicer dá Slicer e Slicer Loop. A Numark declara que, quando um botão de modo está apagado, o primeiro toque sempre seleciona o primeiro dos dois modos dele, e que Slicer e Slicer Loop precisam de uma faixa com Beat Grid definida.

O Saved Loop Mode substitui o Manual Loop Mode do NS7 II e a ordem das operações é outra. A Numark manda criar o loop primeiro, com os pads 5 e 6, e depois salvar o loop ativo em um dos pads 1 a 4, e acrescenta que um loop pode ser salvo seja qual for a forma como foi criado, citando Saved Loop, Auto-Loop e Loop Roll. O pad 7 ativa ou desativa o loop, o pad 8 volta para o último loop disparado, e Shift mais um pad da fileira de cima apaga um loop salvo.

O texto do Sampler e o diagrama de pads do Sampler não combinam em dois pads. O texto diz que os pads 1 a 6 disparam um sample cada, e o diagrama logo abaixo dele traz Sample 1, Sample 2, Sample 3, Play Mode na fileira de cima e Sample 4, Sample 5, Sample 6, Player Repeat na de baixo. Pela numeração de pads do próprio guia, os pads de sample são então 1, 2, 3, 5, 6 e 7, e a instrução de parar concorda com o diagrama, e não com a frase. Monte um layout de seis samples a partir do diagrama, e não a partir da frase. A sensibilidade à velocity é descrita como valendo só em certos modos, e Sample Velocity Trigger é o único modo que a Numark chega a nomear.

Três operações de Beat Grid ficam a um botão de distância umas das outras e nenhuma delas pede confirmação. Slip / Clear segurado com a mão no prato desloca a grade inteira, Shift mais esse botão apaga a grade por completo, e Adjust / Set deforma a grade e, como a Numark declara, muda o BPM da faixa. O resultado vai parar na biblioteca do Serato, e não só naquele set.

Touch Mode, que torna um knob audível antes de você girar ele

O Touch Mode muda o que uma mão faz num knob do NS7 III, e não tem nada no painel para você ler o estado. Tocar em um knob pode mudar o áudio. A Numark declara que, com o Touch Mode ativado, tocar no knob Channel Treble, Mid ou Bass corta as frequências daquele canal como um EQ kill, e que essas funções são momentâneas, e não travadas. O Touch Mode sozinho cobre os três knobs de FX, e Shift mais Touch Mode estende isso aos knobs de EQ. Não existe estado travado para ler no painel enquanto o modo está ligado.

Bleep e Reverse são duas posições de uma mesma chave e soam igual enquanto estão acionadas. A Numark declara que voltar a chave de Reverse retoma a reprodução de onde o ponteiro de áudio parou, enquanto voltar de Bleep retoma de onde a faixa estaria se a função nunca tivesse sido acionada. Você não escuta qual das duas escolheu até soltar.

Conexões e configuração

O que entra, e onde cada microfone vai parar

O NS7 III tem dois tipos de entrada de nível de linha e duas entradas de microfone que não se comportam nem parecido. Entradas RCA Line e Phono com uma chave Line e Phono e um terminal de aterramento, um segundo par separado de entradas RCA só de Line, um microfone em um conector de 6.35 mm no painel frontal com chave de liga e desliga própria, ganho, graves e agudos, e um segundo microfone em um conector de 6.35 mm na traseira que toma um canal do mixer pelo Input Selector daquele canal. Quantos pares existem de cada entrada, e qual canal cada uma alimenta, não é informado. Não há entrada de microfone XLR e não há nenhuma declaração sobre phantom power.

A Numark declara que o sinal do Mic 1 do painel frontal é roteado direto para o Program Mix e para o Cue Mix, então ele não tem fader de canal, não tem crossfader assign e não tem como sair do cue do fone. O Mic 2, em vez disso, ocupa um canal inteiro do mixer e fica com todos os controles daquele canal.

O que sai, e os dois controles do painel frontal

O NS7 III entrega um sinal balanceado para o técnico, um não balanceado para a cabine, e alimenta o próprio display por um quarto conector. Um master XLR balanceado, um master RCA desbalanceado, um booth RCA desbalanceado, fones em 6.35 mm e 3.5 mm no painel frontal com Split Cue e Cue Blend, e um DC Power Output na traseira que alimenta a unidade de display. Não há saída de booth balanceada, não há saída digital e não há saída de gravação. O painel traseiro chama os controles de nível de Master knob e Booth knob, enquanto o painel superior chama os mesmos de Master Volume e Booth Volume.

Chaves Crossfader Assign por canal, com três posições, A, B ou Off no centro, e a Numark declara que a posição central passa por fora do crossfader e manda aquele canal direto para o Program Mix. A curva é ajustada por um knob Crossfader Slope, para a esquerda um fade suave e para a direita um corte seco, e a Numark recomenda a posição central como ajuste típico para apresentações em clube. As duas ficam no painel FRONTAL, e não na superfície de cima, então ajuste as duas antes de o aparelho entrar no case.

A entrada do crossfader é uma frase só, sobre mesclar o áudio entre os canais, e nada além disso é publicado. Nenhum tipo de fader, nenhuma marca, nenhum número de peça, nenhum cut-in, nenhum cut lag, nenhuma tensão, nenhum procedimento de troca e nenhuma declaração sobre se o fader pode ser trocado pelo usuário. A tabela de especificações não tem linha de crossfader, e não existe calibração de fader de tipo nenhum no documento.

A ordem de ligar, deck e display juntos

Monte um NS7 III nesta ordem e o display sobe junto com o deck, e não depois dele. Conecte os aparelhos de entrada, depois ligue a unidade e o display, depois ligue os amplificadores, e desligue na ordem inversa. A entrada do painel traseiro em espanhol deste documento imprime essa ordem corretamente, despues de haber conectado todos los dispositivos. O espanhol do NS7 II inverte essa mesma frase, e é por isso que este site registra aquilo contra o NS7 II e não contra a família.

Em quatro destes sete modelos, a edição em espanhol do manual difere da edição em inglês de um jeito que muda o que um DJ faria. Duas delas invertem uma instrução por completo: os painéis traseiros em espanhol do NS6 II e do NS7 II mandam ligar o aparelho depois de DESCONECTAR os dispositivos de entrada, onde o inglês diz depois de conectá-los, e o espanhol do NS6 II contradiz a própria seção de configuração uma dúzia de páginas antes. Onde as duas discordam, o inglês é a edição que este site segue.

Calibração, e o documento de onde ela tem que vir

Se um prato do NS7 III precisar de ajuste, trabalhe pelo artigo de suporte da Numark para este modelo e não pelo manual que veio com ele. Não existe procedimento de calibração neste guia. As palavras calibrar e calibração aparecem zero vezes no documento, em nenhum dos seus cinco idiomas, e não há ajuste de sensibilidade ao toque, nem reset de sensor, nem modo de serviço, nem combinação de botões ao ligar. O único ajuste de prato descrito em qualquer lugar é a chave de torque de duas posições, e a seção Support aponta apenas para o suporte geral do produto. A Numark publica, sim, uma orientação de calibração separada para o NS7 III, e o guia nunca menciona que ela existe, então qualquer coisa sobre como esse procedimento funciona tem que sair do artigo de suporte e ser creditada a ele, nunca a este guia.

A Numark publica uma base de conhecimento de suporte com artigos por modelo, e em vários pontos ela responde o que o manual não responde. A cobertura é desigual: o NS7 II, o NS7 III, o SCRATCH e a família Mixstream têm artigos, e nenhum artigo específico de modelo foi encontrado para o MixTrack Platinum FX, o MixTrack Pro FX ou o NS6 II, verificado em 2026-09-06.

Firmware, drivers e manuais

Downloads e documentos oficiais

Vá até a Numark para pegar os arquivos. Linkamos as páginas deles em vez de hospedar uma cópia, porque um manual copiado aqui é uma foto do dia do lançamento e o deles é o que continua atual.

Manuais. Página oficial de manuais da Numark →

Link quebrado? Avise a gente e nós corrigimos.

Perguntas frequentes

O que é este aparelho, e por que o guia não diz?

Um controlador Serato DJ de quatro canais com dois pratos motorizados, quatro layers de software, mixer integrado e um display destacável de três telas. O próprio guia nunca diz isso: não há parágrafo de introdução nem frase de classe de produto, e a contagem de canais aparece só dentro de um parêntese na entrada FX Assign, dizendo que cada efeito pode ser aplicado a qualquer um dos quatro canais ou a todos eles. As palavras motorizado e standalone nunca aparecem.

Que tamanho tem, quanto pesa e como a tabela se lê?

O apêndice em inglês dá relação sinal ruído para o caminho USB e para o caminho analógico, THD mais N, separação de canais e resposta de frequência por saída, mais THD para os dois microfones e para a entrada phono. A resposta de frequência é dada como 20 Hz a 20 kHz, os conversores como 44.1 kHz em 24-bit, a alimentação como 100 a 240 V em 50 a 60 Hz por um conector de cabo IEC com consumo de 125 W, as telas como três LCDs de 95 por 55 mm em uma unidade destacável, e a unidade totalmente montada como 75.5 por 46.3 por 12.1 cm e 14.3 kg, que a Numark também imprime como 29.7 por 18.2 por 4.8 polegadas e 31.6 lbs.

A linha de dimensões vem com o título de unidade totalmente montada e a linha de peso não traz qualificação nenhuma, então se os 14.3 kg incluem a unidade de display destacável não é informado. O número de consumo de 125 W também está sem qualificação, e o display puxa a alimentação DC dele do deck, então se esse número cobre as telas também não é informado. Os dois são justamente os números de que um DJ precisa na hora de dimensionar um case ou conferir um limite de companhia aérea.

Os dois números de resposta de frequência trazem uma tolerância para mais e nenhuma tolerância para menos, impressas como mais 0.2 dB e mais 0.5 dB, então o quanto a resposta pode cair não é especificado. A frequência e a taxa de amostragem são escritas com K maiúsculo, como 20 KHz e 44.1 KHz, enquanto a tabela do NS7 II, uma geração antes, escreve kHz. As dimensões métricas estão em centímetros aqui e em milímetros no NS7 II, o que deixa a comparação direta entre as duas tabelas mais lenta do que deveria ser.

Este ou o NS7 II?

O que esta geração acrescenta em relação ao NS7 II: o display destacável de três telas com botão View próprio, chave de energia própria, alimentação DC própria vinda do deck e um cable restraint para esse cabo; navegação de biblioteca, formas de onda, tom, BPM, tempo restante e nomes de efeitos no próprio aparelho; uma conexão com o computador que passa pelo DISPLAY e não pelo deck; uma porta USB host alimentada no display, documentada em uma frase e nunca explicada; o Saved Loop Mode no lugar do Manual Loop Mode; uma função de parar samples e funções ativas nos dois pads que o NS7 II deixa mortos; Shift mais um knob de FX para percorrer a lista de efeitos; e uma especificação de alimentação, 100 a 240 V em 50 a 60 Hz e 125 W, que a tabela do NS7 II não traz. O que o NS7 II mantém: um User Guide impresso na caixa, drivers para todos os usuários e não só para Windows, a instrução de instalar os drivers antes do software, e um endereço de suporte específico do produto. As divergências de especificação são estranhas nos dois sentidos: esta unidade é publicada 2.1 lbs MAIS LEVE que o NS7 II, mesmo tendo ganhado um display de três telas, e nenhuma das duas tabelas diz se o número dela inclui esse display, então os dois números podem não estar medindo o mesmo objeto. O II também é 0.3 polegadas mais largo, enquanto este é 2.3 polegadas mais profundo e 0.6 polegadas mais alto, e a linha de faixa dinâmica do codec, que o II imprime sem sinal de maior que, aqui traz um.

A linha do peso no fim daquele parágrafo é a que vale segurar na hora de dimensionar um flight case. Um valor menor que o da geração anterior, numa máquina que ganhou uma unidade de tela, é um valor para confirmar na balança e não para planejar franquia de bagagem aérea em cima.

O que vem na caixa?

A unidade, dois conjuntos de prato, um parafuso de eixo, uma chave allen, a unidade de display com um cabo USB de display e um cabo de alimentação de display, o software Serato DJ como download, um cabo USB, um cabo de força, um Quickstart Guide, o User Guide como download e um manual Safety and Warranty separado. O User Guide impresso que o NS7 II trazia não está nesta caixa, e a Numark observa que qualquer coisa mostrada nos diagramas mas fora dessa lista é vendida separadamente.

Onde este modelo entra na linha

Controladoras relacionadas

Numark Todas as marcas Base de conhecimento FAQ e Soluções Dicionário

Vai tocar logo e não está funcionando?

O Emergency Mode te leva pelas verificações em ordem, e funciona sem sinal depois que você abriu ele.

Abrir o Emergency Mode

Fique com o Emergency Card

A gente manda o PDF pronto para imprimir, para ele já estar no seu celular antes da próxima cabine escura. De vez em quando, um aviso que salva gig. Sem spam, cancela em um clique.